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Salvador Vicastillo has written:

'Un cuerpo destinado a la muerte' -- subject(s): Criticism and interpretation, Criticism and interpretation

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In Spanish you say, destinado

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substantivo masculino Local de uma casa destinado às preces. Pequena capela. Nicho ou pequeno armário de madeira ou outro material, onde ficam santos e imagens. Composição musical da qual participam solistas, coro e orquestra; o tema é geralmente tirado da Bíblia, mas pode também ser profano.

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mean:

1. mordaz, satirica, atravessado

2. maldoso, mau, ruim, horrível, desagradável, baixo, detestável

3. média

4. indicar, significar, prometer, pressagiar, representar

5. destinar

6. querer dizer, insinuar, sugerir

means

1. meio

2. ajuda, socorro, auxílio

3. ativo, bens, haveres, património

4. meios, recursos, capacidade

meaning

1. expressivo, significativo

2. significado, sentido

3. importância, relevo

4. senso

(refer to) I thought you meant her > eu pensei que você estivesse se referindo a ela

(intend) to mean to do sth pretender or tencionar fazer algo

n meio, meio termo means

npl (way, money) meio

by means of por meio de, mediante

by all means! claro que sim!, pois não

do you mean it? você está falando sério?

what do you mean? o que você quer dizer?

to be meant for estar destinado a

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Still have questions?
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imp

Pró significa " a favor de alguma coisa", "em benefício de algo". Pode ter o mesmo sentido de "pró" (O resultado deste leilão será destinado para o Lar dos Velhinhos"; pode ter o sentido de condição (Para o perfeito funcionamento desta máquina, deve-se fixá-la bem ao solo). Pro (sem o acento agudo na letra "o") é uma abreviação popular de "para o"; "Para o" pode significar " a caminho de algum lugar " (Estou indo para o centro da cidade.) Prós e cons indica que existem OS lados negativo e positivo de alguma coisa.

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that word in English, can have very diferents meaning in Spanish

1.- you can say CASA DESIERTA

2.-CASA ABANDONADA

3 CASA VACIA

I hope to help with the answer,I am not really good educate person I am no sure if you have my answer yet,

Like I said before, the word in English have diferentes meaning in Espanish

1.- CASA DESIERTA

2.-CASA VACIA

3.- CASA ABANDONADA

The firts answer literaly is the corret, but the next ones, have the same idea

I hope this was helpfool to you thanks TEXAS

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Algunas de las ciudades más importantes de la civilización Maya incluyen Tikal, Palenque, Chichen Itza y Copan. Estas ciudades destacan por su arquitectura monumental, sistemas de escritura y calendario avanzados, así como por su relevancia política y religiosa en la región.

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mean [miːn] (pt, pp meant ) adj 1. (with money) sovina, avarento, pão-duro (BR) 2. (unkind) mesquinho 3. (shabby) malcuidado, dilapidado 4. (of poor quality) inferior 5. (average) médio vt 1. (signify) significar, querer dizer 2. (refer to) I thought you meant her, eu pensei que você estivesse se referindo a ela 3. (intend) to mean to do sth, pretender or tencionar fazer algo n meio, meio termo ◆ means (way, money) meio npl ◇ by means of, por meio de, mediante

◇ by all means! claro que sim! pois não

◇ do you mean it? você está falando sério?

◇ what do you mean? o que você quer dizer?

◇ to be meant for, estar destinado a

meander [mɪˈændə*] vi 1. (river) serpentear 2. (person) vadiar, perambular

meaning [ˈmiːnɪŋ] n sentido, significado

meaningful [ˈmiːnɪŋful] adj 1. significativo 2. (relationship) sério

meaningless [ˈmiːnɪŋlɪs] adj sem sentido

meanness [ˈmiːnnɪs] n 1. (with money) avareza, sovinice f 2. (shabbiness) pobreza, miséria 3. (unkindness) maldade f, mesquinharia

means test n (ADMIN) avaliação f de rendimento

meant [mɛnt] pt pp (of mean)

meantime [ˈmiːntaɪm] adv in the meantime, entretanto, enquanto isso

meanwhile [ˈmiːnwaɪl] adv meantime

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BINGO é um jogo de azar popular em que os jogadores marcam números em cartelas conforme eles são chamados aleatoriamente por um apresentador ou um sistema automatizado. O objetivo do jogo é marcar um padrão específico de números em sua cartela e gritar "Bingo!" para indicar que você completou o padrão primeiro.

As cartelas de Bingo são tipicamente divididas em colunas com letras B-I-N-G-O no topo e várias linhas de números abaixo. Os números são distribuídos em colunas específicas, por exemplo, a coluna B pode conter números de 1 a 15, a coluna I de 16 a 30, a coluna N de 31 a 45, a coluna G de 46 a 60 e a coluna O de 61 a 75.

Um apresentador ou sistema de chamada de números seleciona números aleatoriamente e os anuncia. Os jogadores marcam os números correspondentes em suas cartelas. O objetivo é marcar números de forma que eles formem um padrão específico, que pode variar desde uma linha reta, uma coluna, uma diagonal até padrões mais complexos, como um "X" ou uma forma específica.

Quando um jogador completa o padrão necessário, ele chama "Bingo!" e o jogo é pausado para verificar se a cartela realmente possui os números marcados corretamente. Se estiver correto, o jogador ganha a rodada e pode receber um prêmio.

O Bingo é frequentemente jogado como uma forma de entretenimento, seja em ambientes sociais, salas de Bingo ou até online. Além disso, o jogo também é usado para fins beneficentes e arrecadação de fundos para instituições de caridade, já que os jogadores compram cartelas e parte do valor é destinado a uma causa específica.

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A receita gerada pela Loteria de Nova York desempenha um papel significativo no financiamento de programas públicos, especialmente na educação. Desde sua criação, a loteria tem sido um instrumento para apoiar causas sociais importantes no estado. Aqui estão os principais benefícios e como a receita é alocada:

  1. Financiamento Educacional

Distribuição aos Distritos Escolares: A maior parte da receita líquida da Loteria de Nova York é direcionada ao sistema de educação pública K-12. Esses fundos complementam, e não substituem, o orçamento estadual destinado à educação, ajudando a financiar recursos, infraestrutura e programas.

Impacto Direto: Em média, cerca de 13% do orçamento total de cada distrito escolar em Nova York é financiado pela receita da loteria, aliviando a pressão fiscal sobre governos locais e propriedades.

Projetos Específicos: Além de custos operacionais, os recursos também podem ser usados para financiar programas extracurriculares, equipamentos tecnológicos e iniciativas que melhoram a qualidade do ensino.

  1. Impacto em Bolsas de Estudo

Parte dos recursos é destinada a programas de bolsas de estudo e assistência financeira, tornando o ensino superior mais acessível para estudantes do estado.

  1. Outros Programas Estaduais

Embora a prioridade seja a educação, algumas receitas da loteria também podem beneficiar áreas como:

Assistência à Saúde e Bem-Estar: Algumas iniciativas de saúde pública, especialmente aquelas relacionadas à juventude, podem receber financiamento indireto.

Iniciativas Comunitárias: Programas que promovem desenvolvimento comunitário ou cultural às vezes são parcialmente apoiados pelos recursos da loteria.

  1. Crescimento Econômico e Geração de Empregos

A Loteria de Nova York emprega milhares de pessoas direta e indiretamente, desde a administração até os varejistas que vendem os bilhetes. Isso fortalece a economia local.

Os prêmios pagos aos ganhadores muitas vezes retornam à economia por meio de consumo e investimentos.

  1. Transparência e Responsabilidade

A Loteria de Nova York é regulamentada para garantir que os fundos sejam usados de forma adequada. Relatórios anuais detalham a arrecadação e alocação dos recursos, promovendo confiança pública.

Conclusão

A receita da Loteria de Nova York é mais do que um simples produto de jogos de azar. Ela desempenha um papel fundamental no fortalecimento do sistema educacional, reduzindo desigualdades e promovendo o desenvolvimento de comunidades. Com isso, a loteria transforma entretenimento em oportunidades para milhões de nova-iorquinos.

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Em 1923 Vladimir Zworykin registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão, o que tornou possível a televisão eletrónica. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres, e, posteriormente, imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady, Nova Iorque, inaugurado em 11 de maio de 1928. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935, mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível).

Vladimir Kozmich Zworykin, em russo Владимир Козьмич Зворыкин, (Murom, 29 de julho de 1888 - Princeton, 29 de julho de 1982) foi um inventor e engenheiro russo-americano, pioneiro da tecnologia da televisão.

[editar] Biografia

Estudou Engenharia Eletrotécnica em 1912 no Instituto de Tecnologia de São Petersburgo, onde teve a possibilidade de trabalhar nos estudos de projeção de imagens a distância realizadas por Boris Rosing, utilizando OS aparelhos de P. G. Nipkow. Depois da láurea, Zworykin foi admitido no Collège de France, onde estudou a tecnologia do raio x sob a orientação de Lengevin. Retornou à Rússia no princípio da Primeira Guerra Mundial, tendo servido ao exército por dois anos como oficial do Corpo de Telecomunicações. Imigrou para OS Estados Unidos em 1919 e ano de 1920 foi admitido no Laboratório de pesquisas da Westinghouse para trabalhar em tubos de vácuo e em células fotoelétricas. No ano de 1923, Zworykin voltou a realizar pesquisas e estudos em Física na Universidade de Pittsburgh (pensilvânia), laureando-se no ano de 1926, com uma tese sobre o Desenvolvimento das Células Fotoelétricas.

Em 1924 Zworykin conseguiu patentear o seu iconoscópio, um aparelho que seria essencial para a invenção do televisor. O iconoscópio foi, segundo a explicação de Zworykin, uma reprodução eletrônica do olho humano. Além dessas descobertas, Zworykin colaborou com o matemático John von Neumann num projeto de computador destinado a previsões meteorológicas. [1]

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Durante la transfiguración de Jesús, Moisés y Elías también aparecieron "con Gloria". (Lu 9:30, 31; Mt 17:3; Mr 9:4.) Se había profetizado que Jehová levantaría un profeta como Moisés, y esa promesa se cumplió en Cristo. (Dt 18:15-19; Hch 3:19-23.) Entre Moisés y Jesús hubo las siguientes similitudes: una matanza de niños al tiempo de su nacimiento, aunque a ellos se les libró (Éx 1:20-2:10; Mt 2:7-23); ambos ayunaron cuarenta días (Éx 24:18; 34:28; Dt 9:18, 25; Mt 4:1, 2); Dios los levantó a los dos para el bien de la adoración verdadera y para efectuar una liberación (Éx 3:1-10; Hch 7:30-37; 3:19-23); Dios dio a ambos el privilegio de ser mediadores de un pacto con Su pueblo (Éx 24:3-8; Heb 8:3-6; 9:15), y tanto a uno como al otro Jehová los utilizó para engrandecer Su nombre (Éx 9:13-16; Jn 12:28-30; 17:5, 6, 25, 26).

También se profetizó que Jehová enviaría a Elías el profeta, entre cuyas obras estuvo la de volver a personas de Israel al arrepentimiento verdadero. Juan el Bautista realizó esa clase de obra y fue el precursor del Mesías, en cumplimiento de Malaquías 4:5, 6. (Mt 11:11-15; Lu 1:11-17.) Pero puesto que la transfiguración aconteció después de la muerte de Juan el Bautista, el que Elías apareciese en ella indicaría que con el establecimiento del reino de Dios en las manos de Cristo se restauraría la adoración verdadera y se vindicaría el nombre de Jehová.

Durante la transfiguración, Jesús, Moisés y Elías hablaron acerca de "la partida [una forma de la palabra griega é‧xo‧dos] de él [Cristo] que él estaba destinado a cumplir en Jerusalén". (Lu 9:31.) Este é‧xo‧dos, éxodo o "partida", implicaba tanto la muerte de Cristo como su posterior resurrección a vida espiritual.

Algunos críticos han tratado de catalogar la transfiguración de simple sueño. Sin embargo, no sería lógico que Pedro, Santiago y Juan hubiesen tenido exactamente el mismo sueño. Jesús mismo usó el término "visión" (Mt 17:9), no sueño. Cristo estaba en realidad allí, aunque Moisés y Elías, muertos mucho tiempo antes, no estaban presentes literalmente. Fueron representados en visión. La palabra griega utilizada para "visión" en Mateo 17:9 es hó‧ra‧ma, que también se traduce "vista". (Hch 7:31.) No implica irrealidad, como si los observadores fueran objeto de una ilusión. Tampoco fueron insensibles a lo que ocurría, pues estaban completamente despiertos cuando presenciaron la transfiguración. Realmente veían y oían con sus ojos y oídos literales lo que sucedía en ese momento. (Lu 9:32.)

Cuando se separaba a Moisés y a Elías de Jesús, Pedro, que "no se daba cuenta de lo que decía", sugirió que se erigiesen tres tiendas, una para Jesús, otra para Moisés y otra para Elías. (Lu 9:33.) Pero mientras el apóstol hablaba, se formó una nube (Lu 9:34), tal vez para simbolizar la presencia de Jehová en la montaña de la transfiguración (como en el caso de la tienda de reunión en el desierto). (Éx 40:34-38.) De la nube se oyó la voz de Jehová: "Este es mi Hijo, el que ha sido escogido. Escúchenle". (Lu 9:35.) Años más tarde, Pedro identificó la voz celestial de la transfiguración como la de "Dios el Padre". (2Pe 1:17, 18.) En la transfiguración, Moisés y Elías debieron representar, respectivamente, la Ley y los Profetas, todo lo cual señalaba a Cristo y se cumplía en él. Si bien en el pasado Dios había hablado por medio de los profetas, en esa ocasión indicó que lo haría por medio de su Hijo. (Gál 3:24; Heb 1:1-3.)

El apóstol Pedro entendió que la transfiguración era una confirmación maravillosa de la palabra profética, y al haber sido testigo ocular de la magnificencia de Cristo, pudo familiarizar a sus lectores con "el poder y la presencia de nuestro Señor Jesucristo". (2Pe 1:16, 19.) El apóstol había experimentado el cumplimiento de la promesa de Cristo de que algunos de sus seguidores 'de ningún modo gustarían la muerte hasta que primero viesen el reino de Dios ya venido en poder'. (Mr 9:1.) Puede que el apóstol Juan también haya aludido a la transfiguración en Juan 1:14.

Jesús dijo a sus tres apóstoles: "No digan a nadie la visión hasta que el Hijo del hombre sea levantado de entre los muertos". (Mt 17:9.) Ellos no dijeron a nadie lo que habían visto, al parecer ni siquiera a los otros apóstoles. (Lu 9:36.) Mientras descendían de la montaña, los tres apóstoles hablaban entre sí acerca de lo que quería decir "esto de levantarse de entre los muertos" que Jesús les había comentado. (Mr 9:10.) Una enseñanza religiosa judía común era que Elías debía aparecer antes de la resurrección de los muertos, lo que inauguraría el reinado del Mesías. Por lo tanto, los apóstoles preguntaron: "¿Por qué, pues, dicen los escribas que Elías tiene que venir primero?". Jesús les aseguró que Elías había venido y ellos comprendieron que hablaba de Juan el Bautista. (Mt 17:10-13.)

Parece ser que la transfiguración tuvo el propósito de fortalecer a Cristo para sus sufrimientos y muerte, y al mismo tiempo también alentó y fortaleció la fe de sus seguidores. Mostró que Jesús tenía la aprobación de Dios y fue una vista por anticipado de su Gloria y poder del Reino futuros. Presagiaba la presencia de Cristo, cuando su autoridad real sería completa.

Elías y Moises no estuvieron resucitados, sino vivos. Su tiempo de resucitarse no habia llegado, y no ha llegado todavía. Sin embargo, aunque estuvieron muertos en el sentido historico y físico, estuvieron vivos en la presencia de Dios cuando aparecieron a los discípulos. -Dios no es Dios de muertos, sino Dios de vivos; así que vosotros mucho erráis. (Marco 12:27) Podemos aseverar que Elías y Moises ya están vivos con Dios en nuestra propia epoca. Así aseveramos de todos que mueren en la fe de Jesús. Verdad, de los dos, sólo Moises estuvo muerto. Elías fue arrebatado al cielo en el carro de fuego. La Biblia no dice que se murió, pero es aparente que algo le había pasado para que pudiera vivir en la presencia de Dios.

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El diario Pagina 12 publicó con fecha 12 de marzo de 2007, y bajo el título "Malvinas, también un tema de derechos humanos", una historia que continua con la denuncia efectuada ante el Juzgado Federal de Río Grande, a cargo de la Dra. Lilian Herráez. Dicha denuncia fue promovida por el Ex Soldados Combatientes de Malvinas de Corrientes (CESCEM), con la cooperación del Centro de Ex Combatientes Islas Malvinas de La Plata (CECIM) y el Subsecretario de Derechos Humanos de la Provincia de Corrientes, Pablo Vassel. Bajo el gobierno de la presidenta Cristina Kirchner llevaran a juicio a 70 uniformados por torturas a soldados en Malvinas. Uno de los impulsores de la investigación, el presidente del Centro de Ex Combatientes de Malvinas, Ernesto Alonso, dijo que "A Malvinas no fueron las Fuerza Armadas del Ejército del general San Martín, sino una banda de asesinos entrenados en reprimir y desaparecer".(http://www.elmundo.es/elmundo/2009/06/09/internacional/1244562206.HTML)

No todos están de acuerdo con esta afirmación. El ex conscripto Fernando Cangiano mantiene que: "Desde el fin de la guerra se ha pretendido, no sin éxito, urdir una trama discursiva en torno a un supuesto sadismo enfermizo de los oficiales y suboficiales argentinos, en contraposición con la pueril ingenuidad e impotencia de los soldados conscriptos, a quienes se calificó piadosamente de "chicos de la guerra"".(http://www.izquierdanacional.org/articulos/0039.HTML)

Los estaqueamientos de soldados eran moneda corriente, principalmente por indisciplina, negligencia o el hurto de alimentos. Claudio Guassardi integró la Compañía C del Regimiento 3 durante la contienda:

El entrenamiento al soldado existe desde la época de San Martín, y sí, se sancionaba al soldado por mal comportamiento, eran más lo suboficiales que los oficiales. El que era militar de carrera sabía que había que cuidar al soldado, en cambio los que no, tenían otra actitud y te dabas cuenta porque después de Malvinas se retiraron. Eso se creía en Malvinas, que seguíamos en el regimiento y nos mandaban a hacer carrera mar, cuerpo a tierra, salto de rana, etc. Hubo compañeros de la 62 y la 63 que los estaquearon y la pasaron muy mal pobres pibes. Yo dije que si a mi me tocaban, la venganza iba a ser terrible. De todas maneras hubo oficiales y suboficiales que peleaban adelante con su tropa. Yo me hice respetar como soldado, ahí hice el gran cambio, hubo chicos que no, que estaban muy acobardados. Todo pasaba por la mente de cada uno, si uno piensa en positivo VA a vivir bien. Los chicos que no entendían lo que estaba pasando se deprimían y la pasaban muy mal. (http://www.medioslentos.com/content/entrevista-un-ex-combatiente-de-malvinas)

Entre las recientes denuncias hechas bajo el gobierno de la presidenta Cristina Kirchner, se encuentran estaqueamientos, reducción a servidumbre, privación de alimentos, abandono de soldados y hasta cuatro asesinato cometidos en las islas contra soldados conscriptos. Uno de los soldados conscriptos, César González Trejo, dijo que "Hubo jefes de regimiento que no se les vio la cara durante todo el conflicto armado. Jefes de compañía que prometían ferocidad en el combate, pero cuando llegó la hora fueron los primeros en desaparecer de sus posiciones, abandonando a su tropa. Oficiales y suboficiales que aprovecharon su lugar de mando para cometer abusos de autoridad y desnaturalizar su función militar. También hubo soldados conscriptos que le robaron la bolsa de dormir a su compañero de carpa, o las pocas raciones de comida que se disponían en la escasez. Otros que se dormían durante las guardias, exponiendo a todos sus compañeros a la muerte, otros que las eludían cobijándose bajo la protección de un superior, y hasta quienes se dispararon en el pie para ser evacuados al continente, sin contar con los que sufrieron repentinas colitis justo antes de entrar en combate." (http://www.maraustralis.com/170609a13.HTML) Pero Trejo también reconoce que en los combates finales hubo numerosos actos heroicos, protagonizados por los oficiales y suboficiales del ejercito y infanteria de marina. Debe destacarse la valerosa actitud del capitán Carlos López Patterson, quien, bajo el fuego enemigo, recorria las posiciones en el cerro Dos Hermanas asistiendo moralmente al personal de la Compañía C del Regimiento 4.

En esas recorridas, una cosa que siempre me emocionaba era que, mientras saludaba al Subteniente Llambias Pravaz, los soldados de esa sección aplaudían y vitoreaban. Debió ser porque notaban que les reconocía el valor que estaban adquiriendo en ese lugar. Porque estaban muy solos, esperando al enemigo, sólo ellos y sus almas. O, tal vez, porque al ver al jefe que VA a decirles dos palabras - gesto fraternal de una persona joven hacia otras personas jóvenes - sentían revivir sus ganas de pelear. Un día, se me acercó un chico y me dijo "Ya que nos ha tocado bailar en ésta, vamos a hacerlo bien. Vamos a apoyar al Subteniente que está enfermo y sigue igual con nosotros. Tenemos que ayudar al que se le congelen los pies, o al que se asuste. Porque de aquí salimos todos o no sale ninguno". ¿Qué podía contestarle? (HECTOR SIMEONI, Malvinas: Contrahistoria, páginas 100/101, Editorial Inédita, 1984)

Como jefe de la Compañía B del Regimiento de Infantería 6 "General Viamonte", el mayor Oscar Ramón Jaimet habla de sus subordinados en primera linea.

Allá, todo el mundo ha compartido los mismos riesgos, las mismas privaciones y las mismas actividades, además del mismo frío y los mismos pozos que se llenaban de agua. Ha habido una tendencia a crear diferencias - o hacer creerlas- entre la vida que desarrollaba el oficial, el suboficial y el soldado. Mis jefes de sección (los subtenientes Aldo Franco, Augusto La Madrid, Guillermo Robredo y Guillermo Corbella) dormían con los soldados. Yo dormía con los soldados en la posición. (Malvinas: Contrahistoria, página 84)

Numerosos soldados conscriptos rescatan y valoran con objetividad la tarea de los cuadros en Malvinas. Rubén Gaetán integró la Compañía de Ingenieros de Combate 601 durante la contienda.

Mi jefe inmediato era el cabo Domingo Villarreal que nos dirigía con eficiencia y camaradería. Pero mi mejor recuerdo lo tiene el cabo primero Miguel Galarza, un soldado profesional y todo un ejemplo de hombre. Nos cuidaba como un padre. Basta este ejemplo. En los primeros días de junio, durante una madrugada en que soportamos un intenso cañoneo naval y ataque de artillería enemiga, como los proyectiles caían directamente sobre nuestras posiciones, Galarza nos hizo retirar a sitios más seguros. Villarreal y el teniente Horacio Blanco se quedaron donde nosotros estábamos. Recuerdo que me pidió mi FAP y me entregó su FAL. Aquel cañoneo fue salvaje y Galarza y sus compañeros terminaron también retirándose y llegaron hasta nosotros. Menos mal que fue así. Cuando le pregunté por mi arma, me dijo que la había perdido al regresar. Un proyectil había dado de lleno donde ellos estaban un rato antes. En él y los que se quedaron a su lado sentía la protección del soldado profesional hacia nosotros, humildes conscriptos y desde luego, el inmenso valor que tales oficiales y suboficiales demostraron. (Así peleamos, página 154)

Sobre el aprovisionamiento de aquellos días, Julio Lago (soldado ranchero del Regimiento 7 "Coronel Conde") muestra su particular vision.

De entrada hacíamos tres comidas por día, después se hicieron dos y al final, una. Te levantabas a las cuatro de la mañana y preparabas un mate cocido; después ya entrabas con la comida que se repartía a mediodía, otra más que se repartía tipo cuatro, cinco de la tarde, y a preparar todo para el otro día. Y así era continuamente. El problema era que amanecía a las diez de la mañana o a las nueve, y oscurecía a las tres y media. Con el toque de queda no se podía circular de noche, o sea, no había tiempo para andar repartiendo la comida.

Continuando con esta línea de pensamiento el soldado conscripto clase 63 Francisco Montenegro del Regimiento de Infantería 1 "Patricios" explica su modo de analizar la realidad.

Por supuesto que el aprovisionamiento era deficiente, por una razón muy sencilla, era el aprovisionamiento en condiciones de guerra, el terreno no permitía el desplazamiento de un jeep remolcando una cocina de campana, sin hablar del continuo acecho del enemigo. No hay guerra en la que el soldado no haya pasado hambre y frío, eso es parte del negocio. (Así Peleamos, página 216).

El soldado conscripto Darío Agretti recordó que durante los ultimos diez dias de la guerra las Raciones C (un tipo de ración especial, muy completa) no faltaron en el Regimiento 4.

Allí en Monte Wall teníamos alimento caliente, eran posiciones excelentemente construidas y estábamos absolutamente listos para cuando las tropas británicas atacaron. Pero alrededor del 27 de mayo nos dijeron repentinamente que debíamos abandonar la Wall Mountain y que tendríamos que defender Dos Hermanas en otro lugar. Nadie explicó porqué, nos ordenaron movernos. Algunos caminaron a la montaña y nosotros pudimos tomar un camión. Era una decisión loca porque no tuvimos tiempo para construir buenas posiciones en Dos Hermanas. En el lugar ya no se podía disfrutar de comida caliente y sólo podíamos acceder a nuestra ración enlatada. (Dos correntinos reviven la pesadilla desde Malvinas. Corrientes Noticias. Domingo, 17 de junio de 2007)

Es oportuno reiterar el testimonio del soldado correntino Carlos Enriori, acerca de sus vivencias en un pozo natural en el extremo del oeste del Monte Dos Hermanas

Al menos nos podíamos mantener caliente así cómo estábamos, amontonados, encima cada noche hacía más frío. Estábamos allí con nieva durante casi todas las noches. Teníamos un jefe muy bueno, Martella, que nos trató bien y dormía cerca de nosotros. Pero durante la batalla tomó su rifle y desapareció lejos al sur en alguna parte. Descubrí más adelante que lo habían matado y eso me puso muy triste. (Dos correntinos reviven la pesadilla desde Malvinas. Corrientes Noticias. Domingo, 17 de junio de 2007)

El teniente Luis Enrique Bertolini destinado en el Escuadrón de Exploración de Caballería 10 en el Valle Moody Brook, ha rememorado:

Casi la totalidad de nuestros soldados eran clase 1962, por lo que prácticamente no había soldados nuevos; éramos una unidad homogénea y eso se vio en el buen desempeño de nuestro escuadrón. Todos vivíamos de la misma manera, en el mismo lugar, con el mismo equipo y comíamos la misma comida, cosa que pueden corroborar con los propios soldados, a pesar que la propaganda inglesa se ocupó de desprestigiar a los oficiales argentinos, diciendo que tenían raciones especiales, mejores equipos, etc.(http://www.ub.edu.ar/destacados/dest_malvinas/relatos_de_un_oficial_argentino.HTML)

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