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Tireóide ou tiróide é o nome de uma pequena glândula com "formato de borboleta" que se localiza na região anterior do pescoço. Essa glândula possui um importante papel no controle do metabolismo do organismo. Os hormônios tireóideos dizem ao corpo quão rápido devem trabalhar e como usar a energia. A função da glândula tiróide no corpo humano é controlar el metabolismo del corpo. Las hormonas tiroidéias le dizem ao corpo ló rápido que devem trabalhar e como usar la energia.

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Las reacciones químicas en el cuerpo son fundamentales para el funcionamiento celular y la producción de energía a través del metabolismo. Permiten la síntesis de proteínas, la obtención de nutrientes de los alimentos, la eliminación de desechos y la transmisión de señales nerviosas. Sin ellas, no sería posible mantener la homeostasis y la vida misma.

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O oxigênio é importante para a função das mitocôndrias porque é necessário para a cadeia de transporte de elétrons, que é responsável por produzir a maior parte da energia na forma de ATP. Sem oxigênio, a cadeia de transporte de elétrons fica interrompida e a produção de energia é comprometida. Isso pode levar a alterações no metabolismo celular e eventual disfunção das mitocôndrias.

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El Himalayan Ice Hac es una técnica recientemente descubierta que promete aumentar tu metabolismo en solo 5 segundos al frotar hielo en tu estómago. Según los creadores de esta técnica, el contacto con el hielo hace que tu cuerpo trabaje más duro para mantenerte caliente, lo que aumenta tu tasa metabólica y te ayuda a quemar más calorías durante todo el día.

rotf.lol/4y6xnx3r

Aunque puede parecer una solución fácil y atractiva, es importante tener en cuenta que no hay evidencia científica que respalde esta técnica y su eficacia en la pérdida de peso no ha sido comprobada. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.

rotf.lol/4y6xnx3r

Además, es importante recordar que no existen soluciones mágicas o atajos en la pérdida de peso. Una pérdida de peso saludable y sostenible se logra a través de cambios en el estilo de vida a largo plazo, como seguir una dieta equilibrada y hacer ejercicio regularmente.

En resumen, aunque el Himalayan Ice Hac puede parecer una solución atractiva y fácil para aumentar tu metabolismo y ayudarte a alcanzar tus metas de pérdida de peso, su eficacia no ha sido comprobada y no debe ser vista como un sustituto de una dieta saludable y una rutina de ejercicios regulares. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.

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¿Puede el Himalayan Ice Hac ser la clave para alcanzar tus metas de pérdida de peso?

El Himalayan Ice Hac es una técnica recientemente descubierta que promete aumentar tu metabolismo en solo 5 segundos al frotar hielo en tu estómago. Según los creadores de esta técnica, el contacto con el hielo hace que tu cuerpo trabaje más duro para mantenerte caliente, lo que aumenta tu tasa metabólica y te ayuda a quemar más calorías durante todo el día.

Aunque puede parecer una solución fácil y atractiva, es importante tener en cuenta que no hay evidencia científica que respalde esta técnica y su eficacia en la pérdida de peso no ha sido comprobada. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.

rotf.lol/4y6xnx3r

Además, es importante recordar que no existen soluciones mágicas o atajos en la pérdida de peso. Una pérdida de peso saludable y sostenible se logra a través de cambios en el estilo de vida a largo plazo, como seguir una dieta equilibrada y hacer ejercicio regularmente.

rotf.lol/4y6xnx3r

En resumen, aunque el Himalayan Ice Hac puede parecer una solución atractiva y fácil para aumentar tu metabolismo y ayudarte a alcanzar tus metas de pérdida de peso, su eficacia no ha sido comprobada y no debe ser vista como un sustituto de una dieta saludable y una rutina de ejercicios regulares. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.

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Algo se considera vivo si cumple con ciertas características como crecimiento, reproducción, metabolismo, respuesta a estímulos y capacidad de evolución. La capacidad de mantenerse en homeostasis, es decir, de regular su entorno interno para mantener condiciones estables, es otra característica clave de los seres vivos.

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La detección de una gota de whisky en el brazo de una persona puede depender de varios factores, como la cantidad de alcohol en la gota, la sensibilidad del método de detección utilizado y la rapidez con la que se realiza la prueba. En general, los métodos de detección de alcohol en muestras biológicas pueden detectar la presencia de alcohol en cuestión de minutos a horas después de la exposición. Es importante tener en cuenta que la detección de alcohol en el cuerpo puede variar según la cantidad ingerida y la tasa de metabolismo de cada individuo.

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There is some evidence to suggest that drinking lemon water may have a slight impact on metabolism. Lemons contain citric acid, which may help increase metabolism, and water itself has been shown to be important for maintaining a healthy metabolism. However, any effect on metabolism from lemon water is likely to be minimal and it is not a magic solution for weight loss. Regular exercise and a healthy diet are still the most effective ways to boost metabolism.

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Injetáveis como Botox e preenchimentos dérmicos (como ácido hialurônico) são amplamente utilizados e eficazes para a redução de rugas, mas com diferenças importantes em seus mecanismos e resultados.

Botox (Toxina Botulínica):

Como funciona: Relaxa os músculos faciais ao bloquear sinais nervosos, o que suaviza rugas dinâmicas causadas por movimentos repetitivos, como linhas da testa, pés de galinha e linhas de expressão.

Eficácia:

Resultados visíveis em 3 a 7 dias após o tratamento.

Dura de 3 a 6 meses, dependendo do metabolismo e da área tratada.

Altamente eficaz para rugas dinâmicas, mas não trata rugas estáticas (presentes mesmo em repouso).

Benefícios adicionais: Pode ser usado para evitar a formação de novas rugas se aplicado preventivamente.

Preenchimentos Dérmicos:

Como funcionam: Preenchem áreas com perda de volume e hidratação, suavizando rugas estáticas e linhas profundas, como sulcos nasolabiais e rugas ao redor da boca.

Eficácia:

Resultados imediatos, mas podem melhorar após alguns dias.

Duração de 6 meses a 2 anos, dependendo do produto usado (ex.: ácido hialurônico, ácido polilático ou hidroxiapatita de cálcio).

Excelente para restaurar o volume e contornos faciais.

Benefícios adicionais: Estimula a produção de colágeno em alguns casos, melhorando a pele a longo prazo.

Comparação de Resultados e Considerações:

  1. Tipo de rugas:

Botox: Melhor para rugas dinâmicas (linhas de movimento).

Preenchimentos: Ideais para rugas estáticas e perda de volume.

  1. Áreas tratadas:

Botox: Testa, área dos olhos e linhas de expressão.

Preenchimentos: Bochechas, lábios, mandíbula e sulcos profundos.

  1. Efeitos colaterais: Ambos são seguros quando administrados por profissionais qualificados, mas podem causar inchaço, hematomas ou assimetrias temporárias.

  2. Personalização: Em muitos casos, combinações de Botox e preenchimentos são usadas para resultados mais completos e naturais.

Para obter os melhores resultados, é essencial consultar um profissional certificado que possa avaliar as necessidades específicas e recomendar o tratamento mais adequado.

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Eu poderia criar dois links para a definição de cartilagem e osso, e suas diferenças. Mas preferi copiar e colar da Wikipedia, tendo em vista informar apenas o essencial em relação à pergunta.

O tecido cartilaginoso, ou simplesmente cartilagem, é um tecido elástico e flexível, branco ou acinzentado, aderente às superfícies articulares dos ossos. Também é encontrado em outros locais como na orelha, na ponta do nariz. É formado por condrócitos e condroblastos (células) , revestido pelo pericôndrio (fibrocartilagem não possui pericondrio). O tecido serve para revestir, proteger, dar forma e sustentação a algumas partes do corpo, mas com menor rigidez que os ossos e também serve para não dar atrito entre os ossos. No tecido cartilaginoso não existem vasos sanguíneos, nervos e vasos linfaticos.

Cartilagem de crescimento, ou disco epifisial, é uma cartilagem presente na epífise dos ossos longos jovens, modulando seu crescimento.

Ao contrário dos outros tecidos conjuntivos, a cartilagem não possui vasos sanguíneos ou nervos, com exceção do pericôndrio (peri = ao redor; condros = cartilagem), a túnica de tecido conjuntivo denso não-modelado que reveste a superfície da cartilagem.

O osso é uma estrutura encontrada apenas nos animais vertebrados, formado por um tipo de tecido conjuntivo (tecido ósseo). É caracterizado por uma matriz extracelular endurecida pela presença de compostos de cálcio em suas estruturas.

O conjunto dos ossos de um animal é o esqueleto, que sustenta o corpo e servem de apoio para os músculos, permitindo assim o movimento. Certos conjuntos de ossos protegem alguns órgãos internos, como o crânio que protege o cérebro.

Os ossos também possuem relação com o metabolismo do cálcio, e a medula óssea está relacionada com a formação das células do sangue. O estudo dos ossos chama-se osteologia. O esqueleto humano adulto tem normalmente 206 ossos com sua identificação própria, mais um número variável de ossos sesamóides.

Fonte desta pesquisa: Wikipedia-pt

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A fórmula química para o latão, que é uma liga metálica composta principalmente por cobre e zinco, varia dependendo da proporção desses elementos na mistura. Geralmente, a fórmula simplificada para o latão é CuZn.

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DENOMINACION GENERICA:
Tiamina, piridoxina, dexametasona, cianocobalamina y lidocaina.


FORMA FARMACEUTICA Y FORMULACION:
Cada ampolleta Núm. I contiene:
Clorhidrato de tiamina
(vitamina B1) ............... 100 mg
Clorhidrato de piridoxina
(vitamina B6) ............... 100 mg
Vehículo, cbp .................. 1 ml
Cada ampolleta Núm. II contiene:
Fosfato sódico de dexametasona
equivalente a ............... 4 mg
de fosfato de dexametasona
Cianocobalamina
(vitamina B12) .............. 5 mg
Clorhidrato de lidocaina ..... 30 mg
Vehículo, cbp .................. 2 ml


INDICACIONES TERAPEUTICAS:

  • Neurología: Neuritis, neuralgias, polineuritis, neuralgia intercostal, clástica, paresia facial, radiculoneuritis, síndrome cervical, hernia de disco intervertebral, mialgias, lumbalgias, tendinitis, síndrome escápulo-humeral.
  • Ortopedia y traumatología: Traumatismo pre y post-operatorio, indicado principalmente para el tratamiento inicial de neuritis agudas y reumatismo articular o extraarticular, en los cuales la inflamación debe reducirse con rapidez.




FARMACOCINETICA Y FARMACODINAMIA EN HUMANOS:
Las vitaminas B1, B6 y B12 intervienen en el metabolismo de todas las células del organismo, pero su actividad predominante es sobre las células del sistema nervioso por lo que se les ha denominado vitaminas neurótropas. La combinación de las vitaminas B1, B6 y B12 posee actividad antinociceptiva, de acuerdo a observaciones clínicas pacientes lo que se traduce en efectos analgésicos sustanciales (Klin Wochenschr 1990; 68: 103-148).
Tiamina (vitamina B1): La absorción de la tiamina, tras la administración intramuscular es rápida y completa, en tanto, que la absorción intestinal es limitada con un máximo diario de 8 a 15 mg.
Los tejidos degradan aproximadamente un miligramo de tiamina en total al día. Cuando la ingestión es inferior a esa cantidad, la tiamina no se excreta por la orina; pero cuando la ingestión excede dicha cantidad, primeramente se saturan los depósitos tisulares es excretada por la orina sin modificación o como su catabolito la pirimidina.
Acción: La forma funcionalmente activa de la tiamina es el pirofosfato de tiamina, que interviene en el metabolismo de los carbohidratos como cofactor de las deshidrogenasas (deshidrogenasa cetoácida de cadena ramificada, complejo piruvato deshidrogenasa y α-cetoglutarato deshidrogenasa) y transcetolasas. Entre los procesos metabólicos que resultan afectados durante la deficiencia de tiamina esta el aporte energético neuronal al inhibirse la degradación de los carbohidratos, lo que impide la regeneración de la membrana axónica (J Nutr 1995; 125: 189-194). Además de participar en el proceso de síntesis de la acetilcolina, el pirofosfato de tiamina interviene en la liberación de este neurotransmisor en la membrana presináptica, pues se han encontrado altas concentraciones de tiamina fosforilada en las terminaciones nerviosas colinérgicas (Ann Neurol 1993; 34: 724-726).
Piridoxina (vitamina B6): La piridoxina, piridoxal y piridoxamina son rápidamente absorbidos por el tracto gastrointestinal después de la administración oral, sin embargo, la absorción gastrointestinal está disminuida en pacientes con síndrome de mala absorción. Las concentraciones séricas normales de piridoxina son de 30 a 80 µg/ml. La vitamina B6 se almacena principalmente en hígado y en menores cantidades en el músculo y cerebro. El piridoxal y fosfato de piridoxal, las formas principales de la vitamina B6 presentes en sangre, están altamente ligados a las proteínas. En eritrocitos la piridoxina es convertida a fosfato de piridoxal y la piridoxina convertida a fosfato de piridoxamina. En el hígado es fosforilada a fosfato de piridoxina. La riboflavina es un factor requerido para la conversión de fosfato de piridoxina a fosfato de piridoxal.
La vida media biológica de la piridoxina es de aproximadamente 15 a 20 días, en el hígado el piridoxal es oxidado a ácido piridóxico, el cual es excretado por la orina.
Acción: El fosfato de piridoxal actúa como coenzima en varias transformaciones metabólicas de los aminoácidos. La vitamina B6 interviene en la síntesis de los siguientes neurotransmisores: ácido γ-aminobutírico, dopamina, serotonina así como en la síntesis de los esfingolípidos que constituyen la vaina de mielina.
Cianocobalamina (vitamina B12): Tras su administración oral, la vitamina B12 es regularmente absorbida por el intestino delgado distal. En el estómago la vitamina B12 libre se une al factor intrínseco, glicoproteína secretada por la mucosa gástrica, necesaria para su absorción activa desde el tracto gastrointestinal. El complejo es detenido transitoriamente en receptores específicos de la pared del íleo distal, antes de que la porción vitamínica sea absorbida a la circulación sistémica. El calcio y un pH elevado, son requeridos para su unión a dichos receptores. El mecanismo de transporte del factor intrínseco es saturado por 1.5 a 3 mcg de vitamina B12, sin embargo, cantidades adicionales de vitamina pueden ser absorbidas independientemente del factor intrínseco, por el proceso de difusión pasiva a través de la pared intestinal. Este mecanismo de difusión pasiva es importante sólo en presencia de cantidades de vitamina mayores de 1 mg de cianocobalamina.
Una vez absorbida, la vitamina B12 se une a la β-globulina plasmática llamada transcobalamina II, para transportarla a los tejidos. La vitamina B12 unida a la transcobalamina II es rápidamente extraída del plasma y almacenada en las células hepáticas; de tal manera que hasta 90% de los depósitos corporales de la vitamina B12 en el adulto normal, o sea, uno a 10 mg están en el hígado. La vitamina B12 es almacenada como coenzima activa, con una tasa de recambio de 0.5 a 0.8 mcg/día, dependiendo de la capacidad de los depósitos corporales. El requerimiento mínimo al día de la vitamina es de un mcg. El almacenamiento corporal total de vitamina B12 en sujetos sanos, está estimado en un rango de 1 a 11 mg, con un promedio de 5 mg. En sujetos sanos recibiendo solamente vitamina B12como dieta, alrededor de 1 mcg es absorbido y menos de 0.25% de la vitamina es usualmente excretada en orina diariamente. Cuando la vitamina B12 es administrada en cantidades que exceden la capacidad de unión en plasma, hígado y otros tejidos está libre en sangre y disponible para excreción urinaria.
Acción: La vitamina B12 está involucrada en funciones tan importantes como la síntesis de ácidos nucleicos, la síntesis de la vaina de mielina de las fibras nerviosas y en el proceso de maduración de los eritrocitos. Las formas metabólicamente activas de la vitamina B12 son la metilcobalamina y la 5-desoxiadenosilcobalamina, las cuales son esenciales para el crecimiento y la replicación celular. La metilcobalamina participa en la transformación de la homocisteína en metionina y su derivado, la S-adenosilmetionina; así como en la conversión del N5-metiltetrahidrofolato a tetrahidrofolato. La 5-desoxiadenosilcobalamina interviene en la isomerización de la L-metilmalonil coenzima A a succinil coenzima A, lo que favorece la síntesis de los ácidos grasos.
Estas acciones metabólicas, en el seno nervioso, conducen a la generación de ATP que es necesario para: a) la síntesis de ADN mitocondrial de las neuronas, b) para la formación de la vaina de mielina axónica, c) para proporcionar los componentes bioquímicos de la neurotransmisión, y d) para mantener la constancia del medio interno neuronal, necesaria para regenerar los potenciales de acción y permitir la transmisión en la sinapsis (Neurology 1995; 45: 11-16).
Dexametasona: La dexametasona es un derivado fluorinado de la prednisolona; un glucocorticoide de alta potencia usado principalmente para el tratamiento de procesos alérgicos o inflamatorios. Los corticosteroides en la circulación están ampliamente unidos a proteínas plasmáticas, principalmente a globulina. Los corticosteroides unidos a la globulina poseen una alta afinidad aunque baja capacidad de enlace total, mientras que los unidos a la albúmina presentan una baja afinidad, pero una gran capacidad de unión. Solamente los corticosteroides libres tienen efectos farmacológicos. La dexametasona se absorbe rápidamente por el tracto gastrointestinal. La respuesta clínica a dexametasona administrada intramuscularmente ocurre a las 8 horas; alcanzando la concentración máxima a la hora, con un volumen de distribución de 2 lt./kg y una vida media de eliminación de 200 minutos. La unión de la dexametasona a las proteínas del plasma es menor que para la mayoría de los corticosteroides. Los corticosteroides son principalmente metabolizados en el hígado, y en menor grado en el riñón y son excretados en la orina. El menor metabolismo y afinidad por las proteínas plasmáticas de los corticosteroides sintéticos pueden explicar su mayor potencia en comparación con corticosteroides naturales.
Acciones: La dexametasona es un potente glucocorticoide de acción prolongada y cuyos efectos farmacológicos más importantes incluyen la actividad antiinflamatoria, el metabolismo de carbohidratos, dando lugar a la síntesis de glucosa a partir de las (gluconeogénesis), el metabolismo de las grasas y el aumento de la capacidad de contracción muscular.


CONTRAINDICACIONES:


Ulcera gástrica o duodenal, infecciones micóticas generalizadas, infecciones víricas (varicela, herpes zoster), tuberculosis, glaucoma, hipersensibilidad a los componentes de la fórmula. La cianocobalamina no debe ser usada en enfermedad temprana de Leber (atrofia del nervio óptico hereditario).


PRECAUCIONES GENERALES:

  • Tiamina: Antecedentes de alergia a las preparaciones que contiene tiamina.
  • Piridoxina: Convulsiones neonatales, tratamiento simultáneo con levodopa.
  • Cianocobalamina: El tratamiento con cianocobalamina puede enmascarar la deficiencia de ácido fólico, el ácido fólico en grandes dosis puede corregir la megaloblastosis causada por la deficiencia de vitamina B12 pero no previene las complicaciones neurológicas las cuales pueden ser irreversibles.
  • Dexametasona: Puede incrementar el riesgo de retención de sodio, pérdida de potasio y edema en pacientes con insuficiencia cardiaca congestiva, insuficiencia renal e hipertensión. El hipotiroidismo y cirrosis hepática pueden incrementar el efecto de los corticosteroides. Los corticosteroides pueden enmascarar signos de infección. Debe usarse con precaución en pacientes con osteoporosis. Pacientes psicóticos pueden presentar fluctuaciones en la sintomatología durante el tratamiento.



RESTRICCIONES DE USO DURANTE EL EMBARAZO Y LA LACTANCIA:


No se use en el embarazo y lactancia.


REACCIONES SECUNDARIAS Y ADVERSAS:


Ocasionalmente pueden ocurrir arritmias cardiacas, úlcera gástrica y/o duodenal, insomnio, irritabilidad, nerviosismo, euforia, psicosis, vómito, hipertiroidismo, hiperglucemia, incremento en la presión intraocular, debilidad muscular, reacciones de hipersensibilidad en piel y en rara vez choque anafiláctico en personas susceptibles, supresión adrenal y síndrome de Cushing.


INTERACCIONES MEDICAMENTOSAS Y DE OTRO GENERO:


El uso concomitante de glucocorticoides con diuréticos y/o glucósidos cardiacos, hipoglucemiantes, antiinflamatorios no esteroideos, anticoagulantes orales y vacunas activas, puede inducir la aparición de interacciones clínicamente importantes.
Los glucocorticoides pueden ser menos eficaces cuando se usan simultáneamente con fármacos inductores de las enzimas hepáticas como: rifamicina, efedrina, barbitúricos fenitoína y primidona.
Se ha informado que la tiamina puede aumentar el efecto de los agentes bloqueadores neuromusculares, desconociéndose su importancia clínica.
El fosfato de piridoxal refuerza la descarboxilación periférica de levodopa y reduce su efectividad en el tratamiento de la enfermedad de Parkinson. La administración concomitante de carbidopa con levodopa, previene el efecto de la piridoxina. El clorhidrato de piridoxina no debe ser administrado en dosis superiores a 5 mg al día, a pacientes que reciben levodopa sola. La cicloserina y la hidralacina son antagonistas de la vitamina B6 y la administración de la piridoxina reduce los efectos secundarios neuronales relacionados con el uso de estos compuestos. Cuando se administra simultáneamente la piridoxina y la ciclosporina, pueden disminuir las concentraciones plasmáticas de ésta última.
La absorción de la vitamina B12 en el sistema gastrointestinal, puede reducirse por la administración de los fármacos siguientes: aminoglucósidos, colchicina, preparados de potasio de liberación prolongada, ácido aminosalicílico y sus sales, anticonvulsivantes (fenitoína, fenobarbital, primidona), e ingesta excesiva de alcohol por más de dos semanas. Se ha informado que la prednisona incrementa la absorción de vitamina B12 y la secreción de factor intrínseco, en algunos pacientes con anemia perniciosa, pero no en pacientes con gastrectomía parcial o total. Se desconoce la importancia clínica de estas observaciones. La administración concomitante de cloranfenicol y vitamina B12 puede antagonizar la respuesta hematopoyética a la vitamina.


ALTERACIONES EN LOS RESULTADOS DE PRUEBAS DE LABORATORIO:


Se ha reportado con la piridoxina resultados falso-positivos en determinación de urobilinógeno cuando se usa el reactivo de Ehrlich.
Las pruebas sanguíneas microbiológicas diagnósticas de la vitamina B12, son invalidadas por el metotrexato y la mayoría de los antimicrobianos. La administración previa de cianocobalamina puede resultar en pruebas falsas-positivas para anticuerpos al factor intrínseco los cuales están presentes en sangre en aproximadamente 50% de pacientes con anemia perniciosa.
Se ha reportado que la tiamina da falsos-positivos cuando se utiliza el método fosfotungstato de sodio para determinación de ácido úrico en la prueba de orina con el reactivo de Ehrlich para urobilinógeno. También se ha reportado que grandes dosis interfieren con la determinación espectofotométrica de Schich y Waxler en la determinación de concentraciones séricas de teofilina.
Se recomienda monitorizar los niveles de glucosa sanguíneos en pacientes los pacientes bajo tratamiento con corticosteroides.


PRECAUCIONES EN RELACION CON EFECTOS DE CARCINOGENESIS, MUTAGENESIS, TERATOGENESIS Y SOBRE LA FERTILIDAD:


En los estudios realizados con animales, no existen reportes de carcinogenicidad, mutagenicidad, teratogenicidad ni alteraciones en la fertilidad.


DOSIS Y VIA DE ADMINISTRACION:


Mezclar el contenido de las ampolletas Núm. I y II.
Aplicar por vía intramuscular profunda, cada 24 horas hasta por cinco días.


MANIFESTACIONES Y MANEJO DE LA SOBREDOSIFICACION O INGESTA ACCIDENTAL:


Aunque se ha considerado a la piridoxina relativamente como no tóxica, a largo plazo (por ejemplo, dos meses o más), y en megadosis (por ejemplo, usualmente 2 g o más diarios), la piridoxina puede causar neuropatía sensorial o síndromes neuropáticos. Al descontinuar la piridoxina la disfunción neurológica mejora gradualmente hasta la recuperación satisfactoria de los pacientes.


PRESENTACIONES:


Caja con una ampolleta Núm. I de 1 ml y una ampolleta Núm. II de 2 ml.
Caja con dos ampolletas Núm. I de 1 ml y dos ampolletas Núm. II de 2 ml.
Caja con cuatro ampolletas Núm. I de 1 ml y cuatro ampolletas Núm. II de 2 ml.


RECOMENDACIONES SOBRE ALMACENAMIENTO:


Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco.


LEYENDAS DE PROTECCION:


Su venta requiere receta médica. Dosis: La que el médico señale. No se deje al alcance de los niños. Literatura exclusiva para médicos. No se use en el embarazo y lactancia.

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Tuna salad can be healthy depending on the ingredients used. Here's a breakdown of the potential health benefits and considerations:

**Health Benefits**

  1. **High in Protein**: Tuna is an excellent source of lean protein, which helps build and repair muscles and keeps you feeling full.

  2. **Omega-3 Fatty Acids**: Tuna is rich in omega-3s, which support heart health, reduce inflammation, and improve brain function.

  3. **Low in Calories**: Plain tuna (especially water-packed) is relatively low in calories, making it a good choice for weight management.

**Considerations for Health**

  1. **Mayonnaise Content**: Traditional tuna salad often contains mayonnaise, which is high in fat and calories. Using large amounts can turn an otherwise healthy meal into a more calorie-dense option. Consider using low-fat mayo, Greek yogurt, or avocado as a healthier alternative.

  2. **Sodium Levels**: Canned tuna can be high in sodium. Choosing low-sodium options or rinsing the tuna before using can reduce the salt content.

  3. **Mercury**: Tuna (especially larger species like albacore) contains mercury, which can be harmful if consumed in large quantities. It's recommended to limit tuna consumption, especially for pregnant women and young children.

  4. **Additional Ingredients**: Adding fresh vegetables (like celery, onions, spinach, or cucumbers) can boost the nutritional value by adding fiber, vitamins, and minerals. On the other hand, ingredients like excessive cheese, processed meats, or sugary dressings can decrease its healthiness.

**Tips for a Healthier Tuna Salad**

  • Use **water-packed** tuna rather than oil-packed to reduce fat content.

  • Substitute **Greek yogurt** or a mix of **yogurt and mayo** for a lower-calorie dressing.

  • Add **lots of vegetables** for extra fiber, vitamins, and crunch.

  • Keep an eye on **portion sizes** to ensure you're not overeating.

In summary, tuna salad can be a healthy choice, especially when made with lean ingredients and healthy dressings!

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MAVI FARMACÉUTICA, S.A. DE C.V. Oficinas corporativas:

Puente de Xoco Núm. 35, Col. Xoco, Deleg. Benito Juárez, 03330, México, D.F.

Tel.: 1084-2490

Fax: 1084-2498

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Planta:

Calle Siete Núm. 35, Col. Pantitlán, Deleg. Iztacalco, 08100, México, D.F.

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---- TRAMENTEL ---- Cápsulas

SIBUTRAMINA

FORMA FARMACÉUTICA Y FORMULACIÓN Cada CÁPSULA contiene: Clorhidrato de sibutramina

monohidratada 10 mg y 15 mg Excipiente, c.b.p. 1 cápsula 1 cápsula.

INDICACIONES TERAPÉUTICAS Anorexigénico. Tratamiento del sobrepeso y obesidad, así como mantenimiento de la pérdida de peso cuando estén médicamente indicados, junto con una dieta baja en calorías, como es el caso de pacientes obesos con índice de masa corporal inicial igual o mayor a 30 kg/m² o pacientes con sobrepeso con índice de masa corporal igual o mayor a 27 kg/m² en presencia de otros factores de riesgo (por ejemplo: hipertensión arterial, diabetes, dislipidemias). Obesidad y sobrepeso relacionados con complicaciones médicas como diabetes, hiperlipidemia, hipertensión arterial y artrosis. Sibutramina debe emplearse como parte de un programa integral de control de peso que incluya dieta, ejercicio y cambio en el estilo de vida.

FARMACOCINÉTICA Y FARMACODINAMIA Sibutramina produce su efecto terapéutico por ser un inhibidor de la recaptura de serotonina y noradrenalina central y periférica. Sibutramina actúa mediante sus metabolitos aminados secundarios (M1) y primarios (M2). Sibutramina disminuye la ingesta calórica al reducir el umbral de la sensación de saciedad posprandial, a través del aumento en la función central de los sistemas de noradrenalina y serotonina sobre los receptores ß1 y 5HT 2A/2C y al elevar el gasto energético al incrementar la tasa metabólica mediante el incremento de la función periférica de noradrenalina en los receptores ß3. Sibutramina se absorbe rápidamente en el tracto gastrointestinal (Tmáx 1.2 horas) (hasta 77% de una dosis) y sufre metabolismo de primer paso (aclaramiento oral 1,750 l/h y VM de 1.1 horas) para producir dos metabolitos activos mono y didesmetilados. No se ha determinado su biodisponibilidad absoluta. Las concentraciones máximas de los metabolitos se alcanzan después de 3-4 horas de la administración. La vida media de M1 es de 14 horas y de M2 de 18 horas. Se distribuye de manera rápida y extensa a todos los tejidos con una mayor concentración en los órganos de eliminación, hígado y riñón; distribu-ción que no se afecta en el embarazo, con relativamente baja transferencia al feto. La unión a proteínas plasmáticas de sibutramina, M1 y M2, es de 97, 94 y 94%, respectivamente. Sibutramina es metabolizado en hígado por la isoenzima CYP3A4 a los metabolitos desmetilados M1 y M2, que a su vez son inactivados por hidroxilación y conjugación, M5 y M6, respectivamente. Las concentraciones plasmáticas de M1 y M2 llegan al estado estable en 4 días de dosificación y son el doble que después de una sola dosis. Aproximadamente 85% de una dosis oral se elimina por la orina y las heces hasta en 15 días (77% por la orina) y sólo se detectaron los metabolitos M5 y M6; M1 y M2 por vía hepática). La administración de sibutramina con alimentos reduce el pico de concentración de M1 (27%) y M2 (32%) y lo retrasa en aproximadamente 3 horas. Sin embargo, el ABC de M1 y M2 no se altera significativamente. La farmacocinética en obesos es similar a la de sujetos normales. Las concentraciones plasmáticas de sibutramina son similares en jóvenes y en ancianos, pero en éstos se encuentra aumentada la concentración plasmática de M5 y M6. En general, se debe ser cauto al seleccionar la dosis para ancianos, reflejando la mayor frecuencia en la disminución de las funciones hepática, renal y cardiaca. No se ha establecido la eficacia ni la seguridad en pacientes obesos menores de 18 años. Los pacientes que responden satisfactoriamente a sibutramina pierden dos kilogramos o más durante el primer mes de tratamiento y la máxima reducción se observó a los seis meses y se mantuvo hasta por 24 meses de seguimiento.

CONTRAINDICACIONES En pacientes que reciben inhibidores de la monoaminooxidasa o que tengan hipersensibilidad a sibutramina o a cualquiera de sus ingredientes inactivos en la fórmula. En aquellos que toman otro agente supresor del apetito con acción central. Historia de anorexia nerviosa y/o bulimia. No se recomienda su uso en mayores de 65 años ni en menores de 18 años. Pacientes con enfermedad coronaria, insuficiencia cardiaca o antecedentes de accidente vascular cerebral. El uso de sibutramina debe evitarse en pacientes con hipertensión arterial descontrolada y en aquellos con trastornos del ritmo cardiaco.

PRECAUCIONES GENERALES Puede aumentar la presión arterial (1-3 mmHg) y la frecuencia cardiaca (4-5 latidos/minuto) con respecto al placebo; por lo que se requiere el monitoreo frecuente y regular la presión arterial; de ser el caso considérese la reducción de la dosis o la suspensión del tratamiento. Dado que sibutramina puede producir midriasis, se debe usar con precaución en pacientes con glaucoma de ángulo estrecho. Asimismo no debe usarse en pacientes con antecedentes de crisis convulsivas; la pérdida de peso puede precipitar o exacerbar la formación de cálculos biliares. No se recomienda en pacientes con insuficiencia hepática o insuficiencia renal. Las mujeres con potencial reproductivo, deben emplear métodos anticonceptivos mientras tomen sibutramina.

RESTRICCIONES DE USO DURANTE EL EMBARAZO Y LA LACTANCIAFactor C de riesgo en el embarazo. No se han realizado estudios adecuados ni bien controlados con sibutramina en mujeres embarazadas. No se recomienda su uso durante el embarazo y la lactancia.

REACCIONES SECUNDARIAS Y ADVERSAS La mayoría de efectos adversos informados con sibutramina, ocurrieron al inicio del tratamiento (durante los primeros dos meses). Disminuyendo con el tiempo, tanto en frecuencia como en severidad. Por lo general, fueron reversibles, no fueron serios y no ameritaron la interrupción del tratamiento. En estudios controlados con placebo, 9% de los tratados con sibutramina y 7% de los que recibieron placebo, abandonaron el estudio debido a los efectos adversos. Los efectos más comunes fueron: Cefalea, dolor de espalda, síndrome gripal, daño por accidente, astenia, dolor abdominal; taquicardia y vasodilatación, hipertensión/aumento de tensión arterial, palpitaciones; anorexia, constipación, aumento paradójico del apetito, náusea, dispepsia; artralgia; boca seca, insomnio, nerviosismo, ansiedad, depresión, rinitis, faringitis, sinusitis y salpullido. Otros efectos poco comunes fueron: Dolor torácico, dolor de nuca, reacciones alérgicas, trastornos rectales; mialgias, tenosinovitis, trastornos articulares; parestesias, somnolencia, estimulación del SNC, labilidad emocional; sudación; alteración del sabor, trastornos auditivos y dolor de oído; y dismenorrea.

INTERACCIONES MEDICAMENTOSAS Y DE OTRO GÉNERO La administración conjunta con ketoconazol (y eritromicina en menor grado) pueden disminuir el metabolismo de sibutramina. Sibutramina no debe administrarse si el paciente está bajo tratamiento con otros medicamentos que actúan en el sistema nervioso central en particular con serotoninérgicos (por ejemplo: fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina, sertralina, venlafaxina) solos o combinados con IMAOs (fenelzina selegilina), pues han habido reportes de reacciones graves, algunas veces fatales al combinar dos serotoninérgicos. El síndrome serotoninérgico, se ha reportado con el uso de inhibidores selectivos de la recaptura de serotonina (sumatriptan) y fármacos contra la migraña (dihidroergotamina) y ciertos opioides (dextrometorfano, meperidina, pentazocina, fentanilo) litio y triptófano. El síndrome incluye: excitación, hipomanía, inquietud, confusión, desorientación, ansiedad, agitación, debilidad motora, mioclonía, temblor, hemibalismo, hiperreflexia, ataxia, disartria, incoordinación, hipertermia, escalofrío, midriasis, diaforesis, emesis, taquicardia e inconsciencia; dicho síndrome requiere de atención inmediata. Sibutramina no se debe administrar junto con anorexígenos o anticonvulsivantes. Dado que la sibutramina inhibe la recaptura de norepinefrina, serotonina y dopamina no se debe utilizar de forma concomitante con antidepresivos como los IMAOs. Si se han recibido antidepresivos, el lapso antes de iniciar el tratamiento con sibutramina es de siete días para los antidepresivos clásicos y 21 días para los inhibidores de la recaptura de serotonina. Es recomendable evitar el uso de sibutramina junto con alcohol. Sibutramina no tiene interacciones con anticonceptivos, antihipertensivos, medicamentos para el tratamiento de la diabetes mellitus e hipolipemiantes. Se debe tener precaución al usar concomitantemente otros fármacos que pueden aumentar la presión arterial y la frecuencia cardiaca, como broncodilatadores y descongestionantes nasales. La cimetidina aumenta ligeramente la Cmáx en plasma de M1 y M2 y del ABC.

ALTERACIONES EN LOS RESULTADOS DE PRUEBAS DE LABORATORIOSibutramina puede reducir las concentraciones de glucosa, triglicéridos, colesterol y lipoproteínas de baja densidad, mientras que aumenta los niveles de lipoproteínas de alta densidad.

PRECAUCIONES EN RELACIÓN CON EFECTOS DE CARCINOGÉNESIS, MUTAGÉNESIS, TERATOGÉNESIS Y SOBRE LA FERTILIDAD No hay evidencia de mutagénesis inducida por sibutramina en sistemas in vitro ni en animales de experimentación. No hay evidencia de carcinogénesis en ratas y ratones hembras. No hay evidencia de teratogénesis en ratas y conejos. No se han detectado alteraciones de la fertilidad en modelos animales.

DOSIS Y VÍA DE ADMINISTRACIÓN Oral. En pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes, una cápsula de 10 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. En pacientes obesos con o sin padecimientos concomitantes, una cápsula de 15 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. Se recomienda que los pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes que no hayan perdido 2 kg o más durante el primer mes de tratamiento, y que no hayan experimentado eventos adversos, aumenten la dosis a una cápsula de 15 mg al día.

MANIFESTACIONES Y MANEJO DE LA SOBREDOSIFICACIÓN O INGESTA ACCIDENTAL Sólo existen dos casos de sobredosificación reportados. En uno el paciente no presentó alteraciones en la exploración física, en las pruebas de laboratorio, ni en el electrocardiograma; el otro paciente presentó únicamente taquicardia leve. No hay antídoto. El tratamiento de la sobredosificación consiste en medidas generales; mantener las vías aéreas permeables, monitorear los signos vitales, hacer lavado gástrico, administrar carbón activado y apoyar la función cardiopulmonar en caso necesario.

PRESENTACIÓN Caja con 15 cápsulas de 15 mg.

RECOMENDACIONES SOBRE ALMACENAMIENTO Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco.

LEYENDAS DE PROTECCIÓN Literatura exclusiva para médicos. Dosis: La que el médico señale. Su venta requiere receta médica. No se deje al alcance de los niños. No se use durante el embarazo, lactancia, ni en menores de 18 años. Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. Consérvese el frasco bien tapado a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. MAVI FARMACÉUTICA, S. A. de C. V.Reg. Núm. 110M2007, SSA IV IEAR-07330022740115/RM2007

MAVI FARMACÉUTICA, S.A. DE C.V. Oficinas corporativas:

Puente de Xoco Núm. 35, Col. Xoco, Deleg. Benito Juárez, 03330, México, D.F.

Tel.: 1084-2490

Fax: 1084-2498

www.mavifarmaceutica.com

ventas@mavifarmaceutica.com

Planta:

Calle Siete Núm. 35, Col. Pantitlán, Deleg. Iztacalco, 08100, México, D.F.

.

Planta:

Osa Menor Núm. 197, Col. Prado Churubusco, Deleg. Coyoacán, 04230, México D. F.

.

---- TRAMENTEL ---- Cápsulas

SIBUTRAMINA

FORMA FARMACÉUTICA Y FORMULACIÓN Cada CÁPSULA contiene: Clorhidrato de sibutramina

monohidratada 10 mg y 15 mg Excipiente, c.b.p. 1 cápsula 1 cápsula.

INDICACIONES TERAPÉUTICAS Anorexigénico. Tratamiento del sobrepeso y obesidad, así como mantenimiento de la pérdida de peso cuando estén médicamente indicados, junto con una dieta baja en calorías, como es el caso de pacientes obesos con índice de masa corporal inicial igual o mayor a 30 kg/m² o pacientes con sobrepeso con índice de masa corporal igual o mayor a 27 kg/m² en presencia de otros factores de riesgo (por ejemplo: hipertensión arterial, diabetes, dislipidemias). Obesidad y sobrepeso relacionados con complicaciones médicas como diabetes, hiperlipidemia, hipertensión arterial y artrosis. Sibutramina debe emplearse como parte de un programa integral de control de peso que incluya dieta, ejercicio y cambio en el estilo de vida.

FARMACOCINÉTICA Y FARMACODINAMIA Sibutramina produce su efecto terapéutico por ser un inhibidor de la recaptura de serotonina y noradrenalina central y periférica. Sibutramina actúa mediante sus metabolitos aminados secundarios (M1) y primarios (M2). Sibutramina disminuye la ingesta calórica al reducir el umbral de la sensación de saciedad posprandial, a través del aumento en la función central de los sistemas de noradrenalina y serotonina sobre los receptores ß1 y 5HT 2A/2C y al elevar el gasto energético al incrementar la tasa metabólica mediante el incremento de la función periférica de noradrenalina en los receptores ß3. Sibutramina se absorbe rápidamente en el tracto gastrointestinal (Tmáx 1.2 horas) (hasta 77% de una dosis) y sufre metabolismo de primer paso (aclaramiento oral 1,750 l/h y VM de 1.1 horas) para producir dos metabolitos activos mono y didesmetilados. No se ha determinado su biodisponibilidad absoluta. Las concentraciones máximas de los metabolitos se alcanzan después de 3-4 horas de la administración. La vida media de M1 es de 14 horas y de M2 de 18 horas. Se distribuye de manera rápida y extensa a todos los tejidos con una mayor concentración en los órganos de eliminación, hígado y riñón; distribu-ción que no se afecta en el embarazo, con relativamente baja transferencia al feto. La unión a proteínas plasmáticas de sibutramina, M1 y M2, es de 97, 94 y 94%, respectivamente. Sibutramina es metabolizado en hígado por la isoenzima CYP3A4 a los metabolitos desmetilados M1 y M2, que a su vez son inactivados por hidroxilación y conjugación, M5 y M6, respectivamente. Las concentraciones plasmáticas de M1 y M2 llegan al estado estable en 4 días de dosificación y son el doble que después de una sola dosis. Aproximadamente 85% de una dosis oral se elimina por la orina y las heces hasta en 15 días (77% por la orina) y sólo se detectaron los metabolitos M5 y M6; M1 y M2 por vía hepática). La administración de sibutramina con alimentos reduce el pico de concentración de M1 (27%) y M2 (32%) y lo retrasa en aproximadamente 3 horas. Sin embargo, el ABC de M1 y M2 no se altera significativamente. La farmacocinética en obesos es similar a la de sujetos normales. Las concentraciones plasmáticas de sibutramina son similares en jóvenes y en ancianos, pero en éstos se encuentra aumentada la concentración plasmática de M5 y M6. En general, se debe ser cauto al seleccionar la dosis para ancianos, reflejando la mayor frecuencia en la disminución de las funciones hepática, renal y cardiaca. No se ha establecido la eficacia ni la seguridad en pacientes obesos menores de 18 años. Los pacientes que responden satisfactoriamente a sibutramina pierden dos kilogramos o más durante el primer mes de tratamiento y la máxima reducción se observó a los seis meses y se mantuvo hasta por 24 meses de seguimiento.

CONTRAINDICACIONES En pacientes que reciben inhibidores de la monoaminooxidasa o que tengan hipersensibilidad a sibutramina o a cualquiera de sus ingredientes inactivos en la fórmula. En aquellos que toman otro agente supresor del apetito con acción central. Historia de anorexia nerviosa y/o bulimia. No se recomienda su uso en mayores de 65 años ni en menores de 18 años. Pacientes con enfermedad coronaria, insuficiencia cardiaca o antecedentes de accidente vascular cerebral. El uso de sibutramina debe evitarse en pacientes con hipertensión arterial descontrolada y en aquellos con trastornos del ritmo cardiaco.

PRECAUCIONES GENERALES Puede aumentar la presión arterial (1-3 mmHg) y la frecuencia cardiaca (4-5 latidos/minuto) con respecto al placebo; por lo que se requiere el monitoreo frecuente y regular la presión arterial; de ser el caso considérese la reducción de la dosis o la suspensión del tratamiento. Dado que sibutramina puede producir midriasis, se debe usar con precaución en pacientes con glaucoma de ángulo estrecho. Asimismo no debe usarse en pacientes con antecedentes de crisis convulsivas; la pérdida de peso puede precipitar o exacerbar la formación de cálculos biliares. No se recomienda en pacientes con insuficiencia hepática o insuficiencia renal. Las mujeres con potencial reproductivo, deben emplear métodos anticonceptivos mientras tomen sibutramina.

RESTRICCIONES DE USO DURANTE EL EMBARAZO Y LA LACTANCIAFactor C de riesgo en el embarazo. No se han realizado estudios adecuados ni bien controlados con sibutramina en mujeres embarazadas. No se recomienda su uso durante el embarazo y la lactancia.

REACCIONES SECUNDARIAS Y ADVERSAS La mayoría de efectos adversos informados con sibutramina, ocurrieron al inicio del tratamiento (durante los primeros dos meses). Disminuyendo con el tiempo, tanto en frecuencia como en severidad. Por lo general, fueron reversibles, no fueron serios y no ameritaron la interrupción del tratamiento. En estudios controlados con placebo, 9% de los tratados con sibutramina y 7% de los que recibieron placebo, abandonaron el estudio debido a los efectos adversos. Los efectos más comunes fueron: Cefalea, dolor de espalda, síndrome gripal, daño por accidente, astenia, dolor abdominal; taquicardia y vasodilatación, hipertensión/aumento de tensión arterial, palpitaciones; anorexia, constipación, aumento paradójico del apetito, náusea, dispepsia; artralgia; boca seca, insomnio, nerviosismo, ansiedad, depresión, rinitis, faringitis, sinusitis y salpullido. Otros efectos poco comunes fueron: Dolor torácico, dolor de nuca, reacciones alérgicas, trastornos rectales; mialgias, tenosinovitis, trastornos articulares; parestesias, somnolencia, estimulación del SNC, labilidad emocional; sudación; alteración del sabor, trastornos auditivos y dolor de oído; y dismenorrea.

INTERACCIONES MEDICAMENTOSAS Y DE OTRO GÉNERO La administración conjunta con ketoconazol (y eritromicina en menor grado) pueden disminuir el metabolismo de sibutramina. Sibutramina no debe administrarse si el paciente está bajo tratamiento con otros medicamentos que actúan en el sistema nervioso central en particular con serotoninérgicos (por ejemplo: fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina, sertralina, venlafaxina) solos o combinados con IMAOs (fenelzina selegilina), pues han habido reportes de reacciones graves, algunas veces fatales al combinar dos serotoninérgicos. El síndrome serotoninérgico, se ha reportado con el uso de inhibidores selectivos de la recaptura de serotonina (sumatriptan) y fármacos contra la migraña (dihidroergotamina) y ciertos opioides (dextrometorfano, meperidina, pentazocina, fentanilo) litio y triptófano. El síndrome incluye: excitación, hipomanía, inquietud, confusión, desorientación, ansiedad, agitación, debilidad motora, mioclonía, temblor, hemibalismo, hiperreflexia, ataxia, disartria, incoordinación, hipertermia, escalofrío, midriasis, diaforesis, emesis, taquicardia e inconsciencia; dicho síndrome requiere de atención inmediata. Sibutramina no se debe administrar junto con anorexígenos o anticonvulsivantes. Dado que la sibutramina inhibe la recaptura de norepinefrina, serotonina y dopamina no se debe utilizar de forma concomitante con antidepresivos como los IMAOs. Si se han recibido antidepresivos, el lapso antes de iniciar el tratamiento con sibutramina es de siete días para los antidepresivos clásicos y 21 días para los inhibidores de la recaptura de serotonina. Es recomendable evitar el uso de sibutramina junto con alcohol. Sibutramina no tiene interacciones con anticonceptivos, antihipertensivos, medicamentos para el tratamiento de la diabetes mellitus e hipolipemiantes. Se debe tener precaución al usar concomitantemente otros fármacos que pueden aumentar la presión arterial y la frecuencia cardiaca, como broncodilatadores y descongestionantes nasales. La cimetidina aumenta ligeramente la Cmáx en plasma de M1 y M2 y del ABC.

ALTERACIONES EN LOS RESULTADOS DE PRUEBAS DE LABORATORIOSibutramina puede reducir las concentraciones de glucosa, triglicéridos, colesterol y lipoproteínas de baja densidad, mientras que aumenta los niveles de lipoproteínas de alta densidad.

PRECAUCIONES EN RELACIÓN CON EFECTOS DE CARCINOGÉNESIS, MUTAGÉNESIS, TERATOGÉNESIS Y SOBRE LA FERTILIDAD No hay evidencia de mutagénesis inducida por sibutramina en sistemas in vitro ni en animales de experimentación. No hay evidencia de carcinogénesis en ratas y ratones hembras. No hay evidencia de teratogénesis en ratas y conejos. No se han detectado alteraciones de la fertilidad en modelos animales.

DOSIS Y VÍA DE ADMINISTRACIÓN Oral. En pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes, una cápsula de 10 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. En pacientes obesos con o sin padecimientos concomitantes, una cápsula de 15 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. Se recomienda que los pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes que no hayan perdido 2 kg o más durante el primer mes de tratamiento, y que no hayan experimentado eventos adversos, aumenten la dosis a una cápsula de 15 mg al día.

MANIFESTACIONES Y MANEJO DE LA SOBREDOSIFICACIÓN O INGESTA ACCIDENTAL Sólo existen dos casos de sobredosificación reportados. En uno el paciente no presentó alteraciones en la exploración física, en las pruebas de laboratorio, ni en el electrocardiograma; el otro paciente presentó únicamente taquicardia leve. No hay antídoto. El tratamiento de la sobredosificación consiste en medidas generales; mantener las vías aéreas permeables, monitorear los signos vitales, hacer lavado gástrico, administrar carbón activado y apoyar la función cardiopulmonar en caso necesario.

PRESENTACIÓN Caja con 15 cápsulas de 15 mg.

RECOMENDACIONES SOBRE ALMACENAMIENTO Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco.

LEYENDAS DE PROTECCIÓN Literatura exclusiva para médicos. Dosis: La que el médico señale. Su venta requiere receta médica. No se deje al alcance de los niños. No se use durante el embarazo, lactancia, ni en menores de 18 años. Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. Consérvese el frasco bien tapado a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. MAVI FARMACÉUTICA, S. A. de C. V.Reg. Núm. 110M2007, SSA IV IEAR-07330022740115/RM2007

MAVI FARMACÉUTICA, S.A. DE C.V. Oficinas corporativas:

Puente de Xoco Núm. 35, Col. Xoco, Deleg. Benito Juárez, 03330, México, D.F.

Tel.: 1084-2490

Fax: 1084-2498

www.mavifarmaceutica.com

ventas@mavifarmaceutica.com

Planta:

Calle Siete Núm. 35, Col. Pantitlán, Deleg. Iztacalco, 08100, México, D.F.

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Osa Menor Núm. 197, Col. Prado Churubusco, Deleg. Coyoacán, 04230, México D. F.

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---- TRAMENTEL ---- Cápsulas

SIBUTRAMINA

FORMA FARMACÉUTICA Y FORMULACIÓN Cada CÁPSULA contiene: Clorhidrato de sibutramina

monohidratada 10 mg y 15 mg Excipiente, c.b.p. 1 cápsula 1 cápsula.

INDICACIONES TERAPÉUTICAS Anorexigénico. Tratamiento del sobrepeso y obesidad, así como mantenimiento de la pérdida de peso cuando estén médicamente indicados, junto con una dieta baja en calorías, como es el caso de pacientes obesos con índice de masa corporal inicial igual o mayor a 30 kg/m² o pacientes con sobrepeso con índice de masa corporal igual o mayor a 27 kg/m² en presencia de otros factores de riesgo (por ejemplo: hipertensión arterial, diabetes, dislipidemias). Obesidad y sobrepeso relacionados con complicaciones médicas como diabetes, hiperlipidemia, hipertensión arterial y artrosis. Sibutramina debe emplearse como parte de un programa integral de control de peso que incluya dieta, ejercicio y cambio en el estilo de vida.

FARMACOCINÉTICA Y FARMACODINAMIA Sibutramina produce su efecto terapéutico por ser un inhibidor de la recaptura de serotonina y noradrenalina central y periférica. Sibutramina actúa mediante sus metabolitos aminados secundarios (M1) y primarios (M2). Sibutramina disminuye la ingesta calórica al reducir el umbral de la sensación de saciedad posprandial, a través del aumento en la función central de los sistemas de noradrenalina y serotonina sobre los receptores ß1 y 5HT 2A/2C y al elevar el gasto energético al incrementar la tasa metabólica mediante el incremento de la función periférica de noradrenalina en los receptores ß3. Sibutramina se absorbe rápidamente en el tracto gastrointestinal (Tmáx 1.2 horas) (hasta 77% de una dosis) y sufre metabolismo de primer paso (aclaramiento oral 1,750 l/h y VM de 1.1 horas) para producir dos metabolitos activos mono y didesmetilados. No se ha determinado su biodisponibilidad absoluta. Las concentraciones máximas de los metabolitos se alcanzan después de 3-4 horas de la administración. La vida media de M1 es de 14 horas y de M2 de 18 horas. Se distribuye de manera rápida y extensa a todos los tejidos con una mayor concentración en los órganos de eliminación, hígado y riñón; distribu-ción que no se afecta en el embarazo, con relativamente baja transferencia al feto. La unión a proteínas plasmáticas de sibutramina, M1 y M2, es de 97, 94 y 94%, respectivamente. Sibutramina es metabolizado en hígado por la isoenzima CYP3A4 a los metabolitos desmetilados M1 y M2, que a su vez son inactivados por hidroxilación y conjugación, M5 y M6, respectivamente. Las concentraciones plasmáticas de M1 y M2 llegan al estado estable en 4 días de dosificación y son el doble que después de una sola dosis. Aproximadamente 85% de una dosis oral se elimina por la orina y las heces hasta en 15 días (77% por la orina) y sólo se detectaron los metabolitos M5 y M6; M1 y M2 por vía hepática). La administración de sibutramina con alimentos reduce el pico de concentración de M1 (27%) y M2 (32%) y lo retrasa en aproximadamente 3 horas. Sin embargo, el ABC de M1 y M2 no se altera significativamente. La farmacocinética en obesos es similar a la de sujetos normales. Las concentraciones plasmáticas de sibutramina son similares en jóvenes y en ancianos, pero en éstos se encuentra aumentada la concentración plasmática de M5 y M6. En general, se debe ser cauto al seleccionar la dosis para ancianos, reflejando la mayor frecuencia en la disminución de las funciones hepática, renal y cardiaca. No se ha establecido la eficacia ni la seguridad en pacientes obesos menores de 18 años. Los pacientes que responden satisfactoriamente a sibutramina pierden dos kilogramos o más durante el primer mes de tratamiento y la máxima reducción se observó a los seis meses y se mantuvo hasta por 24 meses de seguimiento.

CONTRAINDICACIONES En pacientes que reciben inhibidores de la monoaminooxidasa o que tengan hipersensibilidad a sibutramina o a cualquiera de sus ingredientes inactivos en la fórmula. En aquellos que toman otro agente supresor del apetito con acción central. Historia de anorexia nerviosa y/o bulimia. No se recomienda su uso en mayores de 65 años ni en menores de 18 años. Pacientes con enfermedad coronaria, insuficiencia cardiaca o antecedentes de accidente vascular cerebral. El uso de sibutramina debe evitarse en pacientes con hipertensión arterial descontrolada y en aquellos con trastornos del ritmo cardiaco.

PRECAUCIONES GENERALES Puede aumentar la presión arterial (1-3 mmHg) y la frecuencia cardiaca (4-5 latidos/minuto) con respecto al placebo; por lo que se requiere el monitoreo frecuente y regular la presión arterial; de ser el caso considérese la reducción de la dosis o la suspensión del tratamiento. Dado que sibutramina puede producir midriasis, se debe usar con precaución en pacientes con glaucoma de ángulo estrecho. Asimismo no debe usarse en pacientes con antecedentes de crisis convulsivas; la pérdida de peso puede precipitar o exacerbar la formación de cálculos biliares. No se recomienda en pacientes con insuficiencia hepática o insuficiencia renal. Las mujeres con potencial reproductivo, deben emplear métodos anticonceptivos mientras tomen sibutramina.

RESTRICCIONES DE USO DURANTE EL EMBARAZO Y LA LACTANCIAFactor C de riesgo en el embarazo. No se han realizado estudios adecuados ni bien controlados con sibutramina en mujeres embarazadas. No se recomienda su uso durante el embarazo y la lactancia.

REACCIONES SECUNDARIAS Y ADVERSAS La mayoría de efectos adversos informados con sibutramina, ocurrieron al inicio del tratamiento (durante los primeros dos meses). Disminuyendo con el tiempo, tanto en frecuencia como en severidad. Por lo general, fueron reversibles, no fueron serios y no ameritaron la interrupción del tratamiento. En estudios controlados con placebo, 9% de los tratados con sibutramina y 7% de los que recibieron placebo, abandonaron el estudio debido a los efectos adversos. Los efectos más comunes fueron: Cefalea, dolor de espalda, síndrome gripal, daño por accidente, astenia, dolor abdominal; taquicardia y vasodilatación, hipertensión/aumento de tensión arterial, palpitaciones; anorexia, constipación, aumento paradójico del apetito, náusea, dispepsia; artralgia; boca seca, insomnio, nerviosismo, ansiedad, depresión, rinitis, faringitis, sinusitis y salpullido. Otros efectos poco comunes fueron: Dolor torácico, dolor de nuca, reacciones alérgicas, trastornos rectales; mialgias, tenosinovitis, trastornos articulares; parestesias, somnolencia, estimulación del SNC, labilidad emocional; sudación; alteración del sabor, trastornos auditivos y dolor de oído; y dismenorrea.

INTERACCIONES MEDICAMENTOSAS Y DE OTRO GÉNERO La administración conjunta con ketoconazol (y eritromicina en menor grado) pueden disminuir el metabolismo de sibutramina. Sibutramina no debe administrarse si el paciente está bajo tratamiento con otros medicamentos que actúan en el sistema nervioso central en particular con serotoninérgicos (por ejemplo: fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina, sertralina, venlafaxina) solos o combinados con IMAOs (fenelzina selegilina), pues han habido reportes de reacciones graves, algunas veces fatales al combinar dos serotoninérgicos. El síndrome serotoninérgico, se ha reportado con el uso de inhibidores selectivos de la recaptura de serotonina (sumatriptan) y fármacos contra la migraña (dihidroergotamina) y ciertos opioides (dextrometorfano, meperidina, pentazocina, fentanilo) litio y triptófano. El síndrome incluye: excitación, hipomanía, inquietud, confusión, desorientación, ansiedad, agitación, debilidad motora, mioclonía, temblor, hemibalismo, hiperreflexia, ataxia, disartria, incoordinación, hipertermia, escalofrío, midriasis, diaforesis, emesis, taquicardia e inconsciencia; dicho síndrome requiere de atención inmediata. Sibutramina no se debe administrar junto con anorexígenos o anticonvulsivantes. Dado que la sibutramina inhibe la recaptura de norepinefrina, serotonina y dopamina no se debe utilizar de forma concomitante con antidepresivos como los IMAOs. Si se han recibido antidepresivos, el lapso antes de iniciar el tratamiento con sibutramina es de siete días para los antidepresivos clásicos y 21 días para los inhibidores de la recaptura de serotonina. Es recomendable evitar el uso de sibutramina junto con alcohol. Sibutramina no tiene interacciones con anticonceptivos, antihipertensivos, medicamentos para el tratamiento de la diabetes mellitus e hipolipemiantes. Se debe tener precaución al usar concomitantemente otros fármacos que pueden aumentar la presión arterial y la frecuencia cardiaca, como broncodilatadores y descongestionantes nasales. La cimetidina aumenta ligeramente la Cmáx en plasma de M1 y M2 y del ABC.

ALTERACIONES EN LOS RESULTADOS DE PRUEBAS DE LABORATORIOSibutramina puede reducir las concentraciones de glucosa, triglicéridos, colesterol y lipoproteínas de baja densidad, mientras que aumenta los niveles de lipoproteínas de alta densidad.

PRECAUCIONES EN RELACIÓN CON EFECTOS DE CARCINOGÉNESIS, MUTAGÉNESIS, TERATOGÉNESIS Y SOBRE LA FERTILIDAD No hay evidencia de mutagénesis inducida por sibutramina en sistemas in vitro ni en animales de experimentación. No hay evidencia de carcinogénesis en ratas y ratones hembras. No hay evidencia de teratogénesis en ratas y conejos. No se han detectado alteraciones de la fertilidad en modelos animales.

DOSIS Y VÍA DE ADMINISTRACIÓN Oral. En pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes, una cápsula de 10 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. En pacientes obesos con o sin padecimientos concomitantes, una cápsula de 15 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. Se recomienda que los pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes que no hayan perdido 2 kg o más durante el primer mes de tratamiento, y que no hayan experimentado eventos adversos, aumenten la dosis a una cápsula de 15 mg al día.

MANIFESTACIONES Y MANEJO DE LA SOBREDOSIFICACIÓN O INGESTA ACCIDENTAL Sólo existen dos casos de sobredosificación reportados. En uno el paciente no presentó alteraciones en la exploración física, en las pruebas de laboratorio, ni en el electrocardiograma; el otro paciente presentó únicamente taquicardia leve. No hay antídoto. El tratamiento de la sobredosificación consiste en medidas generales; mantener las vías aéreas permeables, monitorear los signos vitales, hacer lavado gástrico, administrar carbón activado y apoyar la función cardiopulmonar en caso necesario.

PRESENTACIÓN Caja con 15 cápsulas de 15 mg.

RECOMENDACIONES SOBRE ALMACENAMIENTO Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco.

LEYENDAS DE PROTECCIÓN Literatura exclusiva para médicos. Dosis: La que el médico señale. Su venta requiere receta médica. No se deje al alcance de los niños. No se use durante el embarazo, lactancia, ni en menores de 18 años. Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. Consérvese el frasco bien tapado a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. MAVI FARMACÉUTICA, S. A. de C. V.Reg. Núm. 110M2007, SSA IV IEAR-07330022740115/RM2007

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