Tireóide ou tiróide é o nome de uma pequena glândula com "formato de borboleta" que se localiza na região anterior do pescoço. Essa glândula possui um importante papel no controle do metabolismo do organismo. Os hormônios tireóideos dizem ao corpo quão rápido devem trabalhar e como usar a energia. A função da glândula tiróide no corpo humano é controlar el metabolismo del corpo. Las hormonas tiroidéias le dizem ao corpo ló rápido que devem trabalhar e como usar la energia.
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Las reacciones químicas en el cuerpo son fundamentales para el funcionamiento celular y la producción de energía a través del metabolismo. Permiten la síntesis de proteínas, la obtención de nutrientes de los alimentos, la eliminación de desechos y la transmisión de señales nerviosas. Sin ellas, no sería posible mantener la homeostasis y la vida misma.
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O oxigênio é importante para a função das mitocôndrias porque é necessário para a cadeia de transporte de elétrons, que é responsável por produzir a maior parte da energia na forma de ATP. Sem oxigênio, a cadeia de transporte de elétrons fica interrompida e a produção de energia é comprometida. Isso pode levar a alterações no metabolismo celular e eventual disfunção das mitocôndrias.
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El Himalayan Ice Hac es una técnica recientemente descubierta que promete aumentar tu metabolismo en solo 5 segundos al frotar hielo en tu estómago. Según los creadores de esta técnica, el contacto con el hielo hace que tu cuerpo trabaje más duro para mantenerte caliente, lo que aumenta tu tasa metabólica y te ayuda a quemar más calorías durante todo el día.
rotf.lol/4y6xnx3r
Aunque puede parecer una solución fácil y atractiva, es importante tener en cuenta que no hay evidencia científica que respalde esta técnica y su eficacia en la pérdida de peso no ha sido comprobada. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.
rotf.lol/4y6xnx3r
Además, es importante recordar que no existen soluciones mágicas o atajos en la pérdida de peso. Una pérdida de peso saludable y sostenible se logra a través de cambios en el estilo de vida a largo plazo, como seguir una dieta equilibrada y hacer ejercicio regularmente.
En resumen, aunque el Himalayan Ice Hac puede parecer una solución atractiva y fácil para aumentar tu metabolismo y ayudarte a alcanzar tus metas de pérdida de peso, su eficacia no ha sido comprobada y no debe ser vista como un sustituto de una dieta saludable y una rutina de ejercicios regulares. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.
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¿Puede el Himalayan Ice Hac ser la clave para alcanzar tus metas de pérdida de peso?
El Himalayan Ice Hac es una técnica recientemente descubierta que promete aumentar tu metabolismo en solo 5 segundos al frotar hielo en tu estómago. Según los creadores de esta técnica, el contacto con el hielo hace que tu cuerpo trabaje más duro para mantenerte caliente, lo que aumenta tu tasa metabólica y te ayuda a quemar más calorías durante todo el día.
Aunque puede parecer una solución fácil y atractiva, es importante tener en cuenta que no hay evidencia científica que respalde esta técnica y su eficacia en la pérdida de peso no ha sido comprobada. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.
rotf.lol/4y6xnx3r
Además, es importante recordar que no existen soluciones mágicas o atajos en la pérdida de peso. Una pérdida de peso saludable y sostenible se logra a través de cambios en el estilo de vida a largo plazo, como seguir una dieta equilibrada y hacer ejercicio regularmente.
rotf.lol/4y6xnx3r
En resumen, aunque el Himalayan Ice Hac puede parecer una solución atractiva y fácil para aumentar tu metabolismo y ayudarte a alcanzar tus metas de pérdida de peso, su eficacia no ha sido comprobada y no debe ser vista como un sustituto de una dieta saludable y una rutina de ejercicios regulares. Es importante seguir una dieta saludable y hacer ejercicio regularmente para lograr resultados óptimos en la pérdida de peso.
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Algo se considera vivo si cumple con ciertas características como crecimiento, reproducción, metabolismo, respuesta a estímulos y capacidad de evolución. La capacidad de mantenerse en homeostasis, es decir, de regular su entorno interno para mantener condiciones estables, es otra característica clave de los seres vivos.
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La detección de una gota de whisky en el brazo de una persona puede depender de varios factores, como la cantidad de alcohol en la gota, la sensibilidad del método de detección utilizado y la rapidez con la que se realiza la prueba. En general, los métodos de detección de alcohol en muestras biológicas pueden detectar la presencia de alcohol en cuestión de minutos a horas después de la exposición. Es importante tener en cuenta que la detección de alcohol en el cuerpo puede variar según la cantidad ingerida y la tasa de metabolismo de cada individuo.
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There is some evidence to suggest that drinking lemon water may have a slight impact on metabolism. Lemons contain citric acid, which may help increase metabolism, and water itself has been shown to be important for maintaining a healthy metabolism. However, any effect on metabolism from lemon water is likely to be minimal and it is not a magic solution for weight loss. Regular exercise and a healthy diet are still the most effective ways to boost metabolism.
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Injetáveis como Botox e preenchimentos dérmicos (como ácido hialurônico) são amplamente utilizados e eficazes para a redução de rugas, mas com diferenças importantes em seus mecanismos e resultados.
Botox (Toxina Botulínica):
Como funciona: Relaxa os músculos faciais ao bloquear sinais nervosos, o que suaviza rugas dinâmicas causadas por movimentos repetitivos, como linhas da testa, pés de galinha e linhas de expressão.
Eficácia:
Resultados visíveis em 3 a 7 dias após o tratamento.
Dura de 3 a 6 meses, dependendo do metabolismo e da área tratada.
Altamente eficaz para rugas dinâmicas, mas não trata rugas estáticas (presentes mesmo em repouso).
Benefícios adicionais: Pode ser usado para evitar a formação de novas rugas se aplicado preventivamente.
Preenchimentos Dérmicos:
Como funcionam: Preenchem áreas com perda de volume e hidratação, suavizando rugas estáticas e linhas profundas, como sulcos nasolabiais e rugas ao redor da boca.
Eficácia:
Resultados imediatos, mas podem melhorar após alguns dias.
Duração de 6 meses a 2 anos, dependendo do produto usado (ex.: ácido hialurônico, ácido polilático ou hidroxiapatita de cálcio).
Excelente para restaurar o volume e contornos faciais.
Benefícios adicionais: Estimula a produção de colágeno em alguns casos, melhorando a pele a longo prazo.
Comparação de Resultados e Considerações:
Botox: Melhor para rugas dinâmicas (linhas de movimento).
Preenchimentos: Ideais para rugas estáticas e perda de volume.
Botox: Testa, área dos olhos e linhas de expressão.
Preenchimentos: Bochechas, lábios, mandíbula e sulcos profundos.
Efeitos colaterais: Ambos são seguros quando administrados por profissionais qualificados, mas podem causar inchaço, hematomas ou assimetrias temporárias.
Personalização: Em muitos casos, combinações de Botox e preenchimentos são usadas para resultados mais completos e naturais.
Para obter os melhores resultados, é essencial consultar um profissional certificado que possa avaliar as necessidades específicas e recomendar o tratamento mais adequado.
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Eu poderia criar dois links para a definição de cartilagem e osso, e suas diferenças. Mas preferi copiar e colar da Wikipedia, tendo em vista informar apenas o essencial em relação à pergunta.
O tecido cartilaginoso, ou simplesmente cartilagem, é um tecido elástico e flexÃvel, branco ou acinzentado, aderente à s superfÃcies articulares dos ossos. Também é encontrado em outros locais como na orelha, na ponta do nariz. É formado por condrócitos e condroblastos (células) , revestido pelo pericôndrio (fibrocartilagem não possui pericondrio). O tecido serve para revestir, proteger, dar forma e sustentação a algumas partes do corpo, mas com menor rigidez que os ossos e também serve para não dar atrito entre os ossos. No tecido cartilaginoso não existem vasos sanguÃneos, nervos e vasos linfaticos.
Cartilagem de crescimento, ou disco epifisial, é uma cartilagem presente na epÃfise dos ossos longos jovens, modulando seu crescimento.
Ao contrário dos outros tecidos conjuntivos, a cartilagem não possui vasos sanguÃneos ou nervos, com exceção do pericôndrio (peri = ao redor; condros = cartilagem), a túnica de tecido conjuntivo denso não-modelado que reveste a superfÃcie da cartilagem.
O osso é uma estrutura encontrada apenas nos animais vertebrados, formado por um tipo de tecido conjuntivo (tecido ósseo). É caracterizado por uma matriz extracelular endurecida pela presença de compostos de cálcio em suas estruturas.
O conjunto dos ossos de um animal é o esqueleto, que sustenta o corpo e servem de apoio para os músculos, permitindo assim o movimento. Certos conjuntos de ossos protegem alguns órgãos internos, como o crânio que protege o cérebro.
Os ossos também possuem relação com o metabolismo do cálcio, e a medula óssea está relacionada com a formação das células do sangue. O estudo dos ossos chama-se osteologia. O esqueleto humano adulto tem normalmente 206 ossos com sua identificação própria, mais um número variável de ossos sesamóides.
Fonte desta pesquisa: Wikipedia-pt
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A fórmula química para o latão, que é uma liga metálica composta principalmente por cobre e zinco, varia dependendo da proporção desses elementos na mistura. Geralmente, a fórmula simplificada para o latão é CuZn.
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DENOMINACION GENERICA:
Tiamina, piridoxina, dexametasona, cianocobalamina y lidocaina.
FORMA FARMACEUTICA Y FORMULACION:
Cada ampolleta Núm. I contiene:
Clorhidrato de tiamina
(vitamina B1) ............... 100 mg
Clorhidrato de piridoxina
(vitamina B6) ............... 100 mg
VehÃculo, cbp .................. 1 ml
Cada ampolleta Núm. II contiene:
Fosfato sódico de dexametasona
equivalente a ............... 4 mg
de fosfato de dexametasona
Cianocobalamina
(vitamina B12) .............. 5 mg
Clorhidrato de lidocaina ..... 30 mg
VehÃculo, cbp .................. 2 ml
INDICACIONES TERAPEUTICAS:
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Tuna salad can be healthy depending on the ingredients used. Here's a breakdown of the potential health benefits and considerations:
**High in Protein**: Tuna is an excellent source of lean protein, which helps build and repair muscles and keeps you feeling full.
**Omega-3 Fatty Acids**: Tuna is rich in omega-3s, which support heart health, reduce inflammation, and improve brain function.
**Low in Calories**: Plain tuna (especially water-packed) is relatively low in calories, making it a good choice for weight management.
**Mayonnaise Content**: Traditional tuna salad often contains mayonnaise, which is high in fat and calories. Using large amounts can turn an otherwise healthy meal into a more calorie-dense option. Consider using low-fat mayo, Greek yogurt, or avocado as a healthier alternative.
**Sodium Levels**: Canned tuna can be high in sodium. Choosing low-sodium options or rinsing the tuna before using can reduce the salt content.
**Mercury**: Tuna (especially larger species like albacore) contains mercury, which can be harmful if consumed in large quantities. It's recommended to limit tuna consumption, especially for pregnant women and young children.
**Additional Ingredients**: Adding fresh vegetables (like celery, onions, spinach, or cucumbers) can boost the nutritional value by adding fiber, vitamins, and minerals. On the other hand, ingredients like excessive cheese, processed meats, or sugary dressings can decrease its healthiness.
Use **water-packed** tuna rather than oil-packed to reduce fat content.
Substitute **Greek yogurt** or a mix of **yogurt and mayo** for a lower-calorie dressing.
Add **lots of vegetables** for extra fiber, vitamins, and crunch.
Keep an eye on **portion sizes** to ensure you're not overeating.
In summary, tuna salad can be a healthy choice, especially when made with lean ingredients and healthy dressings!
READ MORE: tinyurl .com/mr42ms4r
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MAVI FARMACÉUTICA, S.A. DE C.V. Oficinas corporativas:
Puente de Xoco Núm. 35, Col. Xoco, Deleg. Benito Juárez, 03330, México, D.F.
Tel.: 1084-2490
Fax: 1084-2498
www.mavifarmaceutica.com
ventas@mavifarmaceutica.com
Planta:
Calle Siete Núm. 35, Col. Pantitlán, Deleg. Iztacalco, 08100, México, D.F.
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---- TRAMENTEL ---- Cápsulas
SIBUTRAMINA
FORMA FARMACÉUTICA Y FORMULACIÓN Cada CÁPSULA contiene: Clorhidrato de sibutramina
monohidratada 10 mg y 15 mg Excipiente, c.b.p. 1 cápsula 1 cápsula.
INDICACIONES TERAPÉUTICAS Anorexigénico. Tratamiento del sobrepeso y obesidad, así como mantenimiento de la pérdida de peso cuando estén médicamente indicados, junto con una dieta baja en calorías, como es el caso de pacientes obesos con índice de masa corporal inicial igual o mayor a 30 kg/m² o pacientes con sobrepeso con índice de masa corporal igual o mayor a 27 kg/m² en presencia de otros factores de riesgo (por ejemplo: hipertensión arterial, diabetes, dislipidemias). Obesidad y sobrepeso relacionados con complicaciones médicas como diabetes, hiperlipidemia, hipertensión arterial y artrosis. Sibutramina debe emplearse como parte de un programa integral de control de peso que incluya dieta, ejercicio y cambio en el estilo de vida.
FARMACOCINÉTICA Y FARMACODINAMIA Sibutramina produce su efecto terapéutico por ser un inhibidor de la recaptura de serotonina y noradrenalina central y periférica. Sibutramina actúa mediante sus metabolitos aminados secundarios (M1) y primarios (M2). Sibutramina disminuye la ingesta calórica al reducir el umbral de la sensación de saciedad posprandial, a través del aumento en la función central de los sistemas de noradrenalina y serotonina sobre los receptores ß1 y 5HT 2A/2C y al elevar el gasto energético al incrementar la tasa metabólica mediante el incremento de la función periférica de noradrenalina en los receptores ß3. Sibutramina se absorbe rápidamente en el tracto gastrointestinal (Tmáx 1.2 horas) (hasta 77% de una dosis) y sufre metabolismo de primer paso (aclaramiento oral 1,750 l/h y VM de 1.1 horas) para producir dos metabolitos activos mono y didesmetilados. No se ha determinado su biodisponibilidad absoluta. Las concentraciones máximas de los metabolitos se alcanzan después de 3-4 horas de la administración. La vida media de M1 es de 14 horas y de M2 de 18 horas. Se distribuye de manera rápida y extensa a todos los tejidos con una mayor concentración en los órganos de eliminación, hígado y riñón; distribu-ción que no se afecta en el embarazo, con relativamente baja transferencia al feto. La unión a proteínas plasmáticas de sibutramina, M1 y M2, es de 97, 94 y 94%, respectivamente. Sibutramina es metabolizado en hígado por la isoenzima CYP3A4 a los metabolitos desmetilados M1 y M2, que a su vez son inactivados por hidroxilación y conjugación, M5 y M6, respectivamente. Las concentraciones plasmáticas de M1 y M2 llegan al estado estable en 4 días de dosificación y son el doble que después de una sola dosis. Aproximadamente 85% de una dosis oral se elimina por la orina y las heces hasta en 15 días (77% por la orina) y sólo se detectaron los metabolitos M5 y M6; M1 y M2 por vía hepática). La administración de sibutramina con alimentos reduce el pico de concentración de M1 (27%) y M2 (32%) y lo retrasa en aproximadamente 3 horas. Sin embargo, el ABC de M1 y M2 no se altera significativamente. La farmacocinética en obesos es similar a la de sujetos normales. Las concentraciones plasmáticas de sibutramina son similares en jóvenes y en ancianos, pero en éstos se encuentra aumentada la concentración plasmática de M5 y M6. En general, se debe ser cauto al seleccionar la dosis para ancianos, reflejando la mayor frecuencia en la disminución de las funciones hepática, renal y cardiaca. No se ha establecido la eficacia ni la seguridad en pacientes obesos menores de 18 años. Los pacientes que responden satisfactoriamente a sibutramina pierden dos kilogramos o más durante el primer mes de tratamiento y la máxima reducción se observó a los seis meses y se mantuvo hasta por 24 meses de seguimiento.
CONTRAINDICACIONES En pacientes que reciben inhibidores de la monoaminooxidasa o que tengan hipersensibilidad a sibutramina o a cualquiera de sus ingredientes inactivos en la fórmula. En aquellos que toman otro agente supresor del apetito con acción central. Historia de anorexia nerviosa y/o bulimia. No se recomienda su uso en mayores de 65 años ni en menores de 18 años. Pacientes con enfermedad coronaria, insuficiencia cardiaca o antecedentes de accidente vascular cerebral. El uso de sibutramina debe evitarse en pacientes con hipertensión arterial descontrolada y en aquellos con trastornos del ritmo cardiaco.
PRECAUCIONES GENERALES Puede aumentar la presión arterial (1-3 mmHg) y la frecuencia cardiaca (4-5 latidos/minuto) con respecto al placebo; por lo que se requiere el monitoreo frecuente y regular la presión arterial; de ser el caso considérese la reducción de la dosis o la suspensión del tratamiento. Dado que sibutramina puede producir midriasis, se debe usar con precaución en pacientes con glaucoma de ángulo estrecho. Asimismo no debe usarse en pacientes con antecedentes de crisis convulsivas; la pérdida de peso puede precipitar o exacerbar la formación de cálculos biliares. No se recomienda en pacientes con insuficiencia hepática o insuficiencia renal. Las mujeres con potencial reproductivo, deben emplear métodos anticonceptivos mientras tomen sibutramina.
RESTRICCIONES DE USO DURANTE EL EMBARAZO Y LA LACTANCIAFactor C de riesgo en el embarazo. No se han realizado estudios adecuados ni bien controlados con sibutramina en mujeres embarazadas. No se recomienda su uso durante el embarazo y la lactancia.
REACCIONES SECUNDARIAS Y ADVERSAS La mayoría de efectos adversos informados con sibutramina, ocurrieron al inicio del tratamiento (durante los primeros dos meses). Disminuyendo con el tiempo, tanto en frecuencia como en severidad. Por lo general, fueron reversibles, no fueron serios y no ameritaron la interrupción del tratamiento. En estudios controlados con placebo, 9% de los tratados con sibutramina y 7% de los que recibieron placebo, abandonaron el estudio debido a los efectos adversos. Los efectos más comunes fueron: Cefalea, dolor de espalda, síndrome gripal, daño por accidente, astenia, dolor abdominal; taquicardia y vasodilatación, hipertensión/aumento de tensión arterial, palpitaciones; anorexia, constipación, aumento paradójico del apetito, náusea, dispepsia; artralgia; boca seca, insomnio, nerviosismo, ansiedad, depresión, rinitis, faringitis, sinusitis y salpullido. Otros efectos poco comunes fueron: Dolor torácico, dolor de nuca, reacciones alérgicas, trastornos rectales; mialgias, tenosinovitis, trastornos articulares; parestesias, somnolencia, estimulación del SNC, labilidad emocional; sudación; alteración del sabor, trastornos auditivos y dolor de oído; y dismenorrea.
INTERACCIONES MEDICAMENTOSAS Y DE OTRO GÉNERO La administración conjunta con ketoconazol (y eritromicina en menor grado) pueden disminuir el metabolismo de sibutramina. Sibutramina no debe administrarse si el paciente está bajo tratamiento con otros medicamentos que actúan en el sistema nervioso central en particular con serotoninérgicos (por ejemplo: fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina, sertralina, venlafaxina) solos o combinados con IMAOs (fenelzina selegilina), pues han habido reportes de reacciones graves, algunas veces fatales al combinar dos serotoninérgicos. El síndrome serotoninérgico, se ha reportado con el uso de inhibidores selectivos de la recaptura de serotonina (sumatriptan) y fármacos contra la migraña (dihidroergotamina) y ciertos opioides (dextrometorfano, meperidina, pentazocina, fentanilo) litio y triptófano. El síndrome incluye: excitación, hipomanía, inquietud, confusión, desorientación, ansiedad, agitación, debilidad motora, mioclonía, temblor, hemibalismo, hiperreflexia, ataxia, disartria, incoordinación, hipertermia, escalofrío, midriasis, diaforesis, emesis, taquicardia e inconsciencia; dicho síndrome requiere de atención inmediata. Sibutramina no se debe administrar junto con anorexígenos o anticonvulsivantes. Dado que la sibutramina inhibe la recaptura de norepinefrina, serotonina y dopamina no se debe utilizar de forma concomitante con antidepresivos como los IMAOs. Si se han recibido antidepresivos, el lapso antes de iniciar el tratamiento con sibutramina es de siete días para los antidepresivos clásicos y 21 días para los inhibidores de la recaptura de serotonina. Es recomendable evitar el uso de sibutramina junto con alcohol. Sibutramina no tiene interacciones con anticonceptivos, antihipertensivos, medicamentos para el tratamiento de la diabetes mellitus e hipolipemiantes. Se debe tener precaución al usar concomitantemente otros fármacos que pueden aumentar la presión arterial y la frecuencia cardiaca, como broncodilatadores y descongestionantes nasales. La cimetidina aumenta ligeramente la Cmáx en plasma de M1 y M2 y del ABC.
ALTERACIONES EN LOS RESULTADOS DE PRUEBAS DE LABORATORIOSibutramina puede reducir las concentraciones de glucosa, triglicéridos, colesterol y lipoproteínas de baja densidad, mientras que aumenta los niveles de lipoproteínas de alta densidad.
PRECAUCIONES EN RELACIÓN CON EFECTOS DE CARCINOGÉNESIS, MUTAGÉNESIS, TERATOGÉNESIS Y SOBRE LA FERTILIDAD No hay evidencia de mutagénesis inducida por sibutramina en sistemas in vitro ni en animales de experimentación. No hay evidencia de carcinogénesis en ratas y ratones hembras. No hay evidencia de teratogénesis en ratas y conejos. No se han detectado alteraciones de la fertilidad en modelos animales.
DOSIS Y VÍA DE ADMINISTRACIÓN Oral. En pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes, una cápsula de 10 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. En pacientes obesos con o sin padecimientos concomitantes, una cápsula de 15 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. Se recomienda que los pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes que no hayan perdido 2 kg o más durante el primer mes de tratamiento, y que no hayan experimentado eventos adversos, aumenten la dosis a una cápsula de 15 mg al día.
MANIFESTACIONES Y MANEJO DE LA SOBREDOSIFICACIÓN O INGESTA ACCIDENTAL Sólo existen dos casos de sobredosificación reportados. En uno el paciente no presentó alteraciones en la exploración física, en las pruebas de laboratorio, ni en el electrocardiograma; el otro paciente presentó únicamente taquicardia leve. No hay antídoto. El tratamiento de la sobredosificación consiste en medidas generales; mantener las vías aéreas permeables, monitorear los signos vitales, hacer lavado gástrico, administrar carbón activado y apoyar la función cardiopulmonar en caso necesario.
PRESENTACIÓN Caja con 15 cápsulas de 15 mg.
RECOMENDACIONES SOBRE ALMACENAMIENTO Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco.
LEYENDAS DE PROTECCIÓN Literatura exclusiva para médicos. Dosis: La que el médico señale. Su venta requiere receta médica. No se deje al alcance de los niños. No se use durante el embarazo, lactancia, ni en menores de 18 años. Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. Consérvese el frasco bien tapado a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. MAVI FARMACÉUTICA, S. A. de C. V.Reg. Núm. 110M2007, SSA IV IEAR-07330022740115/RM2007
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FORMA FARMACÉUTICA Y FORMULACIÓN Cada CÁPSULA contiene: Clorhidrato de sibutramina
monohidratada 10 mg y 15 mg Excipiente, c.b.p. 1 cápsula 1 cápsula.
INDICACIONES TERAPÉUTICAS Anorexigénico. Tratamiento del sobrepeso y obesidad, así como mantenimiento de la pérdida de peso cuando estén médicamente indicados, junto con una dieta baja en calorías, como es el caso de pacientes obesos con índice de masa corporal inicial igual o mayor a 30 kg/m² o pacientes con sobrepeso con índice de masa corporal igual o mayor a 27 kg/m² en presencia de otros factores de riesgo (por ejemplo: hipertensión arterial, diabetes, dislipidemias). Obesidad y sobrepeso relacionados con complicaciones médicas como diabetes, hiperlipidemia, hipertensión arterial y artrosis. Sibutramina debe emplearse como parte de un programa integral de control de peso que incluya dieta, ejercicio y cambio en el estilo de vida.
FARMACOCINÉTICA Y FARMACODINAMIA Sibutramina produce su efecto terapéutico por ser un inhibidor de la recaptura de serotonina y noradrenalina central y periférica. Sibutramina actúa mediante sus metabolitos aminados secundarios (M1) y primarios (M2). Sibutramina disminuye la ingesta calórica al reducir el umbral de la sensación de saciedad posprandial, a través del aumento en la función central de los sistemas de noradrenalina y serotonina sobre los receptores ß1 y 5HT 2A/2C y al elevar el gasto energético al incrementar la tasa metabólica mediante el incremento de la función periférica de noradrenalina en los receptores ß3. Sibutramina se absorbe rápidamente en el tracto gastrointestinal (Tmáx 1.2 horas) (hasta 77% de una dosis) y sufre metabolismo de primer paso (aclaramiento oral 1,750 l/h y VM de 1.1 horas) para producir dos metabolitos activos mono y didesmetilados. No se ha determinado su biodisponibilidad absoluta. Las concentraciones máximas de los metabolitos se alcanzan después de 3-4 horas de la administración. La vida media de M1 es de 14 horas y de M2 de 18 horas. Se distribuye de manera rápida y extensa a todos los tejidos con una mayor concentración en los órganos de eliminación, hígado y riñón; distribu-ción que no se afecta en el embarazo, con relativamente baja transferencia al feto. La unión a proteínas plasmáticas de sibutramina, M1 y M2, es de 97, 94 y 94%, respectivamente. Sibutramina es metabolizado en hígado por la isoenzima CYP3A4 a los metabolitos desmetilados M1 y M2, que a su vez son inactivados por hidroxilación y conjugación, M5 y M6, respectivamente. Las concentraciones plasmáticas de M1 y M2 llegan al estado estable en 4 días de dosificación y son el doble que después de una sola dosis. Aproximadamente 85% de una dosis oral se elimina por la orina y las heces hasta en 15 días (77% por la orina) y sólo se detectaron los metabolitos M5 y M6; M1 y M2 por vía hepática). La administración de sibutramina con alimentos reduce el pico de concentración de M1 (27%) y M2 (32%) y lo retrasa en aproximadamente 3 horas. Sin embargo, el ABC de M1 y M2 no se altera significativamente. La farmacocinética en obesos es similar a la de sujetos normales. Las concentraciones plasmáticas de sibutramina son similares en jóvenes y en ancianos, pero en éstos se encuentra aumentada la concentración plasmática de M5 y M6. En general, se debe ser cauto al seleccionar la dosis para ancianos, reflejando la mayor frecuencia en la disminución de las funciones hepática, renal y cardiaca. No se ha establecido la eficacia ni la seguridad en pacientes obesos menores de 18 años. Los pacientes que responden satisfactoriamente a sibutramina pierden dos kilogramos o más durante el primer mes de tratamiento y la máxima reducción se observó a los seis meses y se mantuvo hasta por 24 meses de seguimiento.
CONTRAINDICACIONES En pacientes que reciben inhibidores de la monoaminooxidasa o que tengan hipersensibilidad a sibutramina o a cualquiera de sus ingredientes inactivos en la fórmula. En aquellos que toman otro agente supresor del apetito con acción central. Historia de anorexia nerviosa y/o bulimia. No se recomienda su uso en mayores de 65 años ni en menores de 18 años. Pacientes con enfermedad coronaria, insuficiencia cardiaca o antecedentes de accidente vascular cerebral. El uso de sibutramina debe evitarse en pacientes con hipertensión arterial descontrolada y en aquellos con trastornos del ritmo cardiaco.
PRECAUCIONES GENERALES Puede aumentar la presión arterial (1-3 mmHg) y la frecuencia cardiaca (4-5 latidos/minuto) con respecto al placebo; por lo que se requiere el monitoreo frecuente y regular la presión arterial; de ser el caso considérese la reducción de la dosis o la suspensión del tratamiento. Dado que sibutramina puede producir midriasis, se debe usar con precaución en pacientes con glaucoma de ángulo estrecho. Asimismo no debe usarse en pacientes con antecedentes de crisis convulsivas; la pérdida de peso puede precipitar o exacerbar la formación de cálculos biliares. No se recomienda en pacientes con insuficiencia hepática o insuficiencia renal. Las mujeres con potencial reproductivo, deben emplear métodos anticonceptivos mientras tomen sibutramina.
RESTRICCIONES DE USO DURANTE EL EMBARAZO Y LA LACTANCIAFactor C de riesgo en el embarazo. No se han realizado estudios adecuados ni bien controlados con sibutramina en mujeres embarazadas. No se recomienda su uso durante el embarazo y la lactancia.
REACCIONES SECUNDARIAS Y ADVERSAS La mayoría de efectos adversos informados con sibutramina, ocurrieron al inicio del tratamiento (durante los primeros dos meses). Disminuyendo con el tiempo, tanto en frecuencia como en severidad. Por lo general, fueron reversibles, no fueron serios y no ameritaron la interrupción del tratamiento. En estudios controlados con placebo, 9% de los tratados con sibutramina y 7% de los que recibieron placebo, abandonaron el estudio debido a los efectos adversos. Los efectos más comunes fueron: Cefalea, dolor de espalda, síndrome gripal, daño por accidente, astenia, dolor abdominal; taquicardia y vasodilatación, hipertensión/aumento de tensión arterial, palpitaciones; anorexia, constipación, aumento paradójico del apetito, náusea, dispepsia; artralgia; boca seca, insomnio, nerviosismo, ansiedad, depresión, rinitis, faringitis, sinusitis y salpullido. Otros efectos poco comunes fueron: Dolor torácico, dolor de nuca, reacciones alérgicas, trastornos rectales; mialgias, tenosinovitis, trastornos articulares; parestesias, somnolencia, estimulación del SNC, labilidad emocional; sudación; alteración del sabor, trastornos auditivos y dolor de oído; y dismenorrea.
INTERACCIONES MEDICAMENTOSAS Y DE OTRO GÉNERO La administración conjunta con ketoconazol (y eritromicina en menor grado) pueden disminuir el metabolismo de sibutramina. Sibutramina no debe administrarse si el paciente está bajo tratamiento con otros medicamentos que actúan en el sistema nervioso central en particular con serotoninérgicos (por ejemplo: fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina, sertralina, venlafaxina) solos o combinados con IMAOs (fenelzina selegilina), pues han habido reportes de reacciones graves, algunas veces fatales al combinar dos serotoninérgicos. El síndrome serotoninérgico, se ha reportado con el uso de inhibidores selectivos de la recaptura de serotonina (sumatriptan) y fármacos contra la migraña (dihidroergotamina) y ciertos opioides (dextrometorfano, meperidina, pentazocina, fentanilo) litio y triptófano. El síndrome incluye: excitación, hipomanía, inquietud, confusión, desorientación, ansiedad, agitación, debilidad motora, mioclonía, temblor, hemibalismo, hiperreflexia, ataxia, disartria, incoordinación, hipertermia, escalofrío, midriasis, diaforesis, emesis, taquicardia e inconsciencia; dicho síndrome requiere de atención inmediata. Sibutramina no se debe administrar junto con anorexígenos o anticonvulsivantes. Dado que la sibutramina inhibe la recaptura de norepinefrina, serotonina y dopamina no se debe utilizar de forma concomitante con antidepresivos como los IMAOs. Si se han recibido antidepresivos, el lapso antes de iniciar el tratamiento con sibutramina es de siete días para los antidepresivos clásicos y 21 días para los inhibidores de la recaptura de serotonina. Es recomendable evitar el uso de sibutramina junto con alcohol. Sibutramina no tiene interacciones con anticonceptivos, antihipertensivos, medicamentos para el tratamiento de la diabetes mellitus e hipolipemiantes. Se debe tener precaución al usar concomitantemente otros fármacos que pueden aumentar la presión arterial y la frecuencia cardiaca, como broncodilatadores y descongestionantes nasales. La cimetidina aumenta ligeramente la Cmáx en plasma de M1 y M2 y del ABC.
ALTERACIONES EN LOS RESULTADOS DE PRUEBAS DE LABORATORIOSibutramina puede reducir las concentraciones de glucosa, triglicéridos, colesterol y lipoproteínas de baja densidad, mientras que aumenta los niveles de lipoproteínas de alta densidad.
PRECAUCIONES EN RELACIÓN CON EFECTOS DE CARCINOGÉNESIS, MUTAGÉNESIS, TERATOGÉNESIS Y SOBRE LA FERTILIDAD No hay evidencia de mutagénesis inducida por sibutramina en sistemas in vitro ni en animales de experimentación. No hay evidencia de carcinogénesis en ratas y ratones hembras. No hay evidencia de teratogénesis en ratas y conejos. No se han detectado alteraciones de la fertilidad en modelos animales.
DOSIS Y VÍA DE ADMINISTRACIÓN Oral. En pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes, una cápsula de 10 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. En pacientes obesos con o sin padecimientos concomitantes, una cápsula de 15 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. Se recomienda que los pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes que no hayan perdido 2 kg o más durante el primer mes de tratamiento, y que no hayan experimentado eventos adversos, aumenten la dosis a una cápsula de 15 mg al día.
MANIFESTACIONES Y MANEJO DE LA SOBREDOSIFICACIÓN O INGESTA ACCIDENTAL Sólo existen dos casos de sobredosificación reportados. En uno el paciente no presentó alteraciones en la exploración física, en las pruebas de laboratorio, ni en el electrocardiograma; el otro paciente presentó únicamente taquicardia leve. No hay antídoto. El tratamiento de la sobredosificación consiste en medidas generales; mantener las vías aéreas permeables, monitorear los signos vitales, hacer lavado gástrico, administrar carbón activado y apoyar la función cardiopulmonar en caso necesario.
PRESENTACIÓN Caja con 15 cápsulas de 15 mg.
RECOMENDACIONES SOBRE ALMACENAMIENTO Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco.
LEYENDAS DE PROTECCIÓN Literatura exclusiva para médicos. Dosis: La que el médico señale. Su venta requiere receta médica. No se deje al alcance de los niños. No se use durante el embarazo, lactancia, ni en menores de 18 años. Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. Consérvese el frasco bien tapado a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. MAVI FARMACÉUTICA, S. A. de C. V.Reg. Núm. 110M2007, SSA IV IEAR-07330022740115/RM2007
MAVI FARMACÉUTICA, S.A. DE C.V. Oficinas corporativas:
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Tel.: 1084-2490
Fax: 1084-2498
www.mavifarmaceutica.com
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Planta:
Calle Siete Núm. 35, Col. Pantitlán, Deleg. Iztacalco, 08100, México, D.F.
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Planta:
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---- TRAMENTEL ---- Cápsulas
SIBUTRAMINA
FORMA FARMACÉUTICA Y FORMULACIÓN Cada CÁPSULA contiene: Clorhidrato de sibutramina
monohidratada 10 mg y 15 mg Excipiente, c.b.p. 1 cápsula 1 cápsula.
INDICACIONES TERAPÉUTICAS Anorexigénico. Tratamiento del sobrepeso y obesidad, así como mantenimiento de la pérdida de peso cuando estén médicamente indicados, junto con una dieta baja en calorías, como es el caso de pacientes obesos con índice de masa corporal inicial igual o mayor a 30 kg/m² o pacientes con sobrepeso con índice de masa corporal igual o mayor a 27 kg/m² en presencia de otros factores de riesgo (por ejemplo: hipertensión arterial, diabetes, dislipidemias). Obesidad y sobrepeso relacionados con complicaciones médicas como diabetes, hiperlipidemia, hipertensión arterial y artrosis. Sibutramina debe emplearse como parte de un programa integral de control de peso que incluya dieta, ejercicio y cambio en el estilo de vida.
FARMACOCINÉTICA Y FARMACODINAMIA Sibutramina produce su efecto terapéutico por ser un inhibidor de la recaptura de serotonina y noradrenalina central y periférica. Sibutramina actúa mediante sus metabolitos aminados secundarios (M1) y primarios (M2). Sibutramina disminuye la ingesta calórica al reducir el umbral de la sensación de saciedad posprandial, a través del aumento en la función central de los sistemas de noradrenalina y serotonina sobre los receptores ß1 y 5HT 2A/2C y al elevar el gasto energético al incrementar la tasa metabólica mediante el incremento de la función periférica de noradrenalina en los receptores ß3. Sibutramina se absorbe rápidamente en el tracto gastrointestinal (Tmáx 1.2 horas) (hasta 77% de una dosis) y sufre metabolismo de primer paso (aclaramiento oral 1,750 l/h y VM de 1.1 horas) para producir dos metabolitos activos mono y didesmetilados. No se ha determinado su biodisponibilidad absoluta. Las concentraciones máximas de los metabolitos se alcanzan después de 3-4 horas de la administración. La vida media de M1 es de 14 horas y de M2 de 18 horas. Se distribuye de manera rápida y extensa a todos los tejidos con una mayor concentración en los órganos de eliminación, hígado y riñón; distribu-ción que no se afecta en el embarazo, con relativamente baja transferencia al feto. La unión a proteínas plasmáticas de sibutramina, M1 y M2, es de 97, 94 y 94%, respectivamente. Sibutramina es metabolizado en hígado por la isoenzima CYP3A4 a los metabolitos desmetilados M1 y M2, que a su vez son inactivados por hidroxilación y conjugación, M5 y M6, respectivamente. Las concentraciones plasmáticas de M1 y M2 llegan al estado estable en 4 días de dosificación y son el doble que después de una sola dosis. Aproximadamente 85% de una dosis oral se elimina por la orina y las heces hasta en 15 días (77% por la orina) y sólo se detectaron los metabolitos M5 y M6; M1 y M2 por vía hepática). La administración de sibutramina con alimentos reduce el pico de concentración de M1 (27%) y M2 (32%) y lo retrasa en aproximadamente 3 horas. Sin embargo, el ABC de M1 y M2 no se altera significativamente. La farmacocinética en obesos es similar a la de sujetos normales. Las concentraciones plasmáticas de sibutramina son similares en jóvenes y en ancianos, pero en éstos se encuentra aumentada la concentración plasmática de M5 y M6. En general, se debe ser cauto al seleccionar la dosis para ancianos, reflejando la mayor frecuencia en la disminución de las funciones hepática, renal y cardiaca. No se ha establecido la eficacia ni la seguridad en pacientes obesos menores de 18 años. Los pacientes que responden satisfactoriamente a sibutramina pierden dos kilogramos o más durante el primer mes de tratamiento y la máxima reducción se observó a los seis meses y se mantuvo hasta por 24 meses de seguimiento.
CONTRAINDICACIONES En pacientes que reciben inhibidores de la monoaminooxidasa o que tengan hipersensibilidad a sibutramina o a cualquiera de sus ingredientes inactivos en la fórmula. En aquellos que toman otro agente supresor del apetito con acción central. Historia de anorexia nerviosa y/o bulimia. No se recomienda su uso en mayores de 65 años ni en menores de 18 años. Pacientes con enfermedad coronaria, insuficiencia cardiaca o antecedentes de accidente vascular cerebral. El uso de sibutramina debe evitarse en pacientes con hipertensión arterial descontrolada y en aquellos con trastornos del ritmo cardiaco.
PRECAUCIONES GENERALES Puede aumentar la presión arterial (1-3 mmHg) y la frecuencia cardiaca (4-5 latidos/minuto) con respecto al placebo; por lo que se requiere el monitoreo frecuente y regular la presión arterial; de ser el caso considérese la reducción de la dosis o la suspensión del tratamiento. Dado que sibutramina puede producir midriasis, se debe usar con precaución en pacientes con glaucoma de ángulo estrecho. Asimismo no debe usarse en pacientes con antecedentes de crisis convulsivas; la pérdida de peso puede precipitar o exacerbar la formación de cálculos biliares. No se recomienda en pacientes con insuficiencia hepática o insuficiencia renal. Las mujeres con potencial reproductivo, deben emplear métodos anticonceptivos mientras tomen sibutramina.
RESTRICCIONES DE USO DURANTE EL EMBARAZO Y LA LACTANCIAFactor C de riesgo en el embarazo. No se han realizado estudios adecuados ni bien controlados con sibutramina en mujeres embarazadas. No se recomienda su uso durante el embarazo y la lactancia.
REACCIONES SECUNDARIAS Y ADVERSAS La mayoría de efectos adversos informados con sibutramina, ocurrieron al inicio del tratamiento (durante los primeros dos meses). Disminuyendo con el tiempo, tanto en frecuencia como en severidad. Por lo general, fueron reversibles, no fueron serios y no ameritaron la interrupción del tratamiento. En estudios controlados con placebo, 9% de los tratados con sibutramina y 7% de los que recibieron placebo, abandonaron el estudio debido a los efectos adversos. Los efectos más comunes fueron: Cefalea, dolor de espalda, síndrome gripal, daño por accidente, astenia, dolor abdominal; taquicardia y vasodilatación, hipertensión/aumento de tensión arterial, palpitaciones; anorexia, constipación, aumento paradójico del apetito, náusea, dispepsia; artralgia; boca seca, insomnio, nerviosismo, ansiedad, depresión, rinitis, faringitis, sinusitis y salpullido. Otros efectos poco comunes fueron: Dolor torácico, dolor de nuca, reacciones alérgicas, trastornos rectales; mialgias, tenosinovitis, trastornos articulares; parestesias, somnolencia, estimulación del SNC, labilidad emocional; sudación; alteración del sabor, trastornos auditivos y dolor de oído; y dismenorrea.
INTERACCIONES MEDICAMENTOSAS Y DE OTRO GÉNERO La administración conjunta con ketoconazol (y eritromicina en menor grado) pueden disminuir el metabolismo de sibutramina. Sibutramina no debe administrarse si el paciente está bajo tratamiento con otros medicamentos que actúan en el sistema nervioso central en particular con serotoninérgicos (por ejemplo: fluoxetina, fluvoxamina, paroxetina, sertralina, venlafaxina) solos o combinados con IMAOs (fenelzina selegilina), pues han habido reportes de reacciones graves, algunas veces fatales al combinar dos serotoninérgicos. El síndrome serotoninérgico, se ha reportado con el uso de inhibidores selectivos de la recaptura de serotonina (sumatriptan) y fármacos contra la migraña (dihidroergotamina) y ciertos opioides (dextrometorfano, meperidina, pentazocina, fentanilo) litio y triptófano. El síndrome incluye: excitación, hipomanía, inquietud, confusión, desorientación, ansiedad, agitación, debilidad motora, mioclonía, temblor, hemibalismo, hiperreflexia, ataxia, disartria, incoordinación, hipertermia, escalofrío, midriasis, diaforesis, emesis, taquicardia e inconsciencia; dicho síndrome requiere de atención inmediata. Sibutramina no se debe administrar junto con anorexígenos o anticonvulsivantes. Dado que la sibutramina inhibe la recaptura de norepinefrina, serotonina y dopamina no se debe utilizar de forma concomitante con antidepresivos como los IMAOs. Si se han recibido antidepresivos, el lapso antes de iniciar el tratamiento con sibutramina es de siete días para los antidepresivos clásicos y 21 días para los inhibidores de la recaptura de serotonina. Es recomendable evitar el uso de sibutramina junto con alcohol. Sibutramina no tiene interacciones con anticonceptivos, antihipertensivos, medicamentos para el tratamiento de la diabetes mellitus e hipolipemiantes. Se debe tener precaución al usar concomitantemente otros fármacos que pueden aumentar la presión arterial y la frecuencia cardiaca, como broncodilatadores y descongestionantes nasales. La cimetidina aumenta ligeramente la Cmáx en plasma de M1 y M2 y del ABC.
ALTERACIONES EN LOS RESULTADOS DE PRUEBAS DE LABORATORIOSibutramina puede reducir las concentraciones de glucosa, triglicéridos, colesterol y lipoproteínas de baja densidad, mientras que aumenta los niveles de lipoproteínas de alta densidad.
PRECAUCIONES EN RELACIÓN CON EFECTOS DE CARCINOGÉNESIS, MUTAGÉNESIS, TERATOGÉNESIS Y SOBRE LA FERTILIDAD No hay evidencia de mutagénesis inducida por sibutramina en sistemas in vitro ni en animales de experimentación. No hay evidencia de carcinogénesis en ratas y ratones hembras. No hay evidencia de teratogénesis en ratas y conejos. No se han detectado alteraciones de la fertilidad en modelos animales.
DOSIS Y VÍA DE ADMINISTRACIÓN Oral. En pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes, una cápsula de 10 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. En pacientes obesos con o sin padecimientos concomitantes, una cápsula de 15 mg al día por un periodo de hasta 24 meses. Se recomienda que los pacientes con sobrepeso y padecimientos concomitantes que no hayan perdido 2 kg o más durante el primer mes de tratamiento, y que no hayan experimentado eventos adversos, aumenten la dosis a una cápsula de 15 mg al día.
MANIFESTACIONES Y MANEJO DE LA SOBREDOSIFICACIÓN O INGESTA ACCIDENTAL Sólo existen dos casos de sobredosificación reportados. En uno el paciente no presentó alteraciones en la exploración física, en las pruebas de laboratorio, ni en el electrocardiograma; el otro paciente presentó únicamente taquicardia leve. No hay antídoto. El tratamiento de la sobredosificación consiste en medidas generales; mantener las vías aéreas permeables, monitorear los signos vitales, hacer lavado gástrico, administrar carbón activado y apoyar la función cardiopulmonar en caso necesario.
PRESENTACIÓN Caja con 15 cápsulas de 15 mg.
RECOMENDACIONES SOBRE ALMACENAMIENTO Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco.
LEYENDAS DE PROTECCIÓN Literatura exclusiva para médicos. Dosis: La que el médico señale. Su venta requiere receta médica. No se deje al alcance de los niños. No se use durante el embarazo, lactancia, ni en menores de 18 años. Consérvese a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. Consérvese el frasco bien tapado a temperatura ambiente a no más de 30°C y en lugar seco. MAVI FARMACÉUTICA, S. A. de C. V.Reg. Núm. 110M2007, SSA IV IEAR-07330022740115/RM2007
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